- Brett Ratner, diretor alvo de acusações de má conduta, acompanhou o presidente Donald Trump à China a bordo do Air Force One, na volta para a cúpula com Xi Jinping.
- Ratner foi amplamente cancelado em Hollywood após as alegações, mas voltou a aparecer na agenda pública ao lado de Trump.
- O cineasta lançou, neste ano, o documentário Melania, adquirido pela Amazon por cerca de 40 milhões de dólares, com resultados questionados pelo mercado.
- A presença de Ratner é vista como uma forma de “trolling” de Trump, que costuma associar-se a figuras polêmicas para provocar reações e atrair atenção.
- Além de acompanharem a viagem, Ratner tem sido citado como quem busca possíveis locações para Rush Hour 4 durante a visita à China.
Brett Ratner, diretor conhecido pela franquia Rush Hour, acompanhou o ex-presidente Donald Trump a bordo do Air Force One em um roteiro até a China para uma cúpula com Xi Jinping. A viagem ocorreu em meio a rumores de alto risco diplomático e de uma demonstração simbólica de provocação política.
A presença de Ratner, envolvido em acusações de má conduta sexual que ele nega, gerouQuestionamentos sobre a seleção de acompanhantes de Trump. O diretor foi previamente afastado pela Warner Bros em 2017 e, neste ano, lançou um documentário sobre Melania Trump, cuja recepção foi mista. Ainda não houve confirmação de encontros oficiais entre Ratner e autoridades chinesas.
A viagem foi descrita pela imprensa como parte de um tom de provocação típico de Trump, reforçando o papel de Ratner como figura polêmica associada ao atual governo. Segundo relatos, o objetivo declarado da presença dele seria apoiar a negociação de possíveis cenários para o filme Rush Hour 4, com uso de território chinês para locações.
Contexto da visita
A comitiva reforçaria a forma de diplomacia performática associada ao mandatário, que já protagonizou gestos de alto risco em relações exteriores. A reportagem aponta que Ratner não teria, até o momento, encontro confirmado com Xi Jinping, mas integraria a viagem para avaliar locais de filmagem.
Histórico e controvérsias
Ratner já enfrentou investigações de veículos de imprensa sobre conduta no passado, incluindo alegações envolvendo Olivia Munn. O tema costuma retornar quando o diretor reaparece em veículos de grande projeção pública. A reportagem também relembra episódios envolvendo outras figuras ligadas à administração anterior de Trump.
A cobertura destaca ainda precedentes de envolvimento de personalidades em viagens oficiais com objetivo de ampliar visibilidade política, mesmo diante de controvérsias. A natureza exata dos desdobramentos diplomáticos permanece em acompanhar, sem confirmação de reuniões formais com autoridades chinesas.
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