- A Câmara Nacional da Moda Italiana (CNMI) anunciou que a Milan Fashion Week não promoverá pele em eventos oficiais nem nas redes sociais.
- A decisão foi comunicada na sexta-feira, 15 de maio de 2026, como parte de uma mudança na apresentação da semana de moda.
- A medida busca reduzir o uso de pele durante o evento e nas plataformas associadas.
- O anúncio representa um acordo com grupos de defesa dos direitos dos animais, que pressionaram pela proibição total do uso de pele.
- Em um contexto mais amplo, mais de vinte países já aprovaram proibições ou restrições rígidas ao uso de pele.
O Milan Fashion Week não promoverá mais peles de fur no pedidos oficiais nem nas redes sociais, anunciou nesta sexta-feira a Câmara Nacional da Moda Italiana (CNMI). A medida vale para eventos oficiais realizados em Milão e para a comunicação associada ao evento.
A CNMI informou que a decisão marca um compromisso com grupos de defesa dos direitos dos animais, que têm pressionado o uso de fur na Semana de Milão. A mudança sinaliza uma tendência de reduzir o uso de pele de animal nos desfiles e nas ações de divulgação.
Segundo a instituição, a decisão é parte de um esforço para alinhar a Fashion Week às normas e expectativas atuais de responsabilidade social no setor de moda. A medida também acompanha debates globais sobre bem-estar animal.
Dados do setor indicam que mais de 20 países já adotaram banimentos ou restrições severas ao uso de peles, fortalecendo o movimento mundial contra o fur. A CNMI não divulgou detalhes sobre cronograma ou sanções para marcas que não cumprirem a nova diretriz.
Ainda não houve comentários de representantes de marcas ou participantes sobre impactos operacionais ou financeiros. A decisão, no entanto, destaca a evolução das políticas de sustentabilidade no maior evento de moda da Itália.
A mudança ocorre em meio a um contexto de adaptação de tendências e de consumo, com consumidores e varejistas exigindo maior transparência e responsabilidade ambiental no setor.
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