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Navios caça-minas da OTAN são mobilizados para monitorar atividade marítima

Navios da Otan monitoram o Mar Báltico sob a Operação Sentinela do Báltico, reduzindo o tempo de reação a movimentos suspeitos de 17 horas para 1 hora

Navio caça-minas da Otan
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  • Navios de guerra da Otan chegaram ao porto de Klaipeda, na Lituânia, para o Grupo Permanente de Contramedidas de Minas da Otan 1.
  • O grupo terá foco na vigilância marítima e na proteção de infraestruturas submarinas críticas no Mar Báltico, dentro da Operação Sentinela do Báltico.
  • A atuação visa monitorar a atividade marítima e entender o ambiente na região.
  • O comandante Kacper Sterne disse que a operação aumentou significativamente a capacidade de resposta da Otan na área.
  • O tempo de reação a movimentos suspeitos caiu de 17 horas para 1 hora, com apoio de navios, aeronaves e drones.

Navios de guerra da Otan chegaram ao porto de Klaipėda, na Lituânia, nesta quinta-feira (14), integrando o Grupo Permanente de Contramedidas de Minas da OTAN 1. A missão faz parte da Operação Sentinela do Báltico, voltada à vigilância marítima e à proteção de infraestruturas submarinas no Mar Báltico.

A atuação envolve monitoramento da atividade marítima e proteção de estruturas submarinas críticas da região. A operação coordenada pela Otan utiliza navios, aeronaves e drones para ampliar a percepção do ambiente marítimo e a resposta a ocorrências.

Segundo o comandante da aliança, as ações visam melhorar a capacidade de reação a movimentos suspeitos no mar. A Otan informou que o tempo de resposta caiu significativamente, passando de cerca de 17 horas para aproximadamente 1 hora, com o emprego de diferentes plataformas de combate e vigilância.

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