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Rubio diz que ascensão da China não virá às custas dos EUA

Rubio afirma que a ascensão da China não virá às custas dos EUA, impondo limites aos conflitos de interesse na viagem de Trump a Xi Jinping

“Não estamos tentando conter a China”, diz Marco Rubio
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  • Marco Rubio afirmou que a China deve se tornar a maior potência, mas que a ascensão não pode ocorrer às custas dos EUA.
  • A declaração foi dada em entrevista à Fox News a bordo do Air Force One, durante a viagem de Donald Trump à China.
  • O secretário de Estado classificou a China como principal desafio geopolítico dos EUA e disse que a relação bilateral é a mais importante de gerenciar.
  • Rubio disse que os EUA não tentam conter a China, mas que há limites quando os interesses nacionais entram em conflito com os chineses.
  • Além de apontar tensões, o secretário citou áreas de cooperação, como o tema de precursores de fentanil, e destacou a necessidade de reduzir a dependência externa e combater o roubo de propriedade intelectual.

Marco Rubio afirmou que a China planeja superar os Estados Unidos como maior potência mundial, mas não permitirá que isso ocorra às custas dos interesses norte-americanos. A declaração ocorreu na quarta-feira, 13 de maio de 2026, em entrevista à Fox News, a bordo do Air Force One, durante a viagem de Donald Trump à China.

O secretário de Estado dos EUA ressaltou que Pequim se vê como futura liderança global e executa uma estratégia definida para alcançar esse objetivo. Ele disse que, embora o crescimento seja inevitável, existem limites quando interesses dos EUA entram em conflito com os chineses.

Rubio destacou que não há intenção de conter a China, mas que a ascensão não pode comprometer a segurança e a economia americanas. A conversa ocorreu na esteira da visita de Trump ao país asiático e do encontro com Xi Jinping.

Desafios e interesses norte-americanos

O ministro citou Taiwan e a estabilidade no Indo-Pacífico como pontos sensíveis, destacando a importância de não alterar o status quo de forma forçada. O tema envolve riscos de conflito e cooperação com a China.

Na área econômica, o chanceler apontou a necessidade de recuperar a capacidade industrial dos EUA e reduzir a dependência de insumos externos. Ele afirmou que depender de um único país cria vulnerabilidade.

Rubio mencionou ainda o problema do roubo de propriedade intelectual, considerado elevado e recorrente. Segundo ele, parte do avanço chinês decorre de transferência indevida de tecnologia.

Pontos de cooperação e próximos passos

O secretário indicou haver áreas de cooperação entre Washington e Pequim, como a produção de precursores de fentanil. Também citou temas de política internacional nos quais os dois governos podem dialogar de modo reservado.

A viagem de Trump à China deve incluir encontros com Xi Jinping, com os quais a administração busca entender planos chineses e alinhar posições em temas como comércio, tecnologia e segurança regional. A atuação de Rubio integra esse cenário.

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