- O senador Chris Coons (D-Del.), que integra os comitês de Relações Exteriores e Apropriações, afirma que Trump foi à China em uma posição mais fraca.
- Ele classifica o silêncio de Trump sobre as vendas de armas a Taiwan como “um passo crítico para trás” para os interesses dos EUA.
- Coons diz que a China aprendeu com o fechamento do Estreito de Ormuz que um bloqueio é uma ferramenta extremamente poderosa.
- Ele não vê razão para acreditar que Xi Jinping pressionará o Irã a reabrir o estreito para navios de outros países.
- A declaração foi feita em entrevista com Kailey Leinz e Joe Mathieu na edição noturna do Bloomberg Balance of Power.
Senador Chris Coons (D-DE), integrante da Comissão de Relações Exteriores do Senado e da Comissão de Apropriações, afirma que a viagem do presidente Trump à China ocorreu com base mais fraca e critica o silêncio sobre vendas de armas para Taiwan como um risco aos interesses dos EUA. A avaliação foi feita em entrevista à Bloomberg, no programa Balance of Power.
Coons diz que a China percebeu, com o fechamento do Estreito de Hormuz, que um bloqueio é uma ferramenta extremamente poderosa. Segundo ele, não há razão para acreditar que Xi Jinping fará pressão sobre o Irã para reabrir o estreito aos navios de outros países.
O senador destacou que a análise considera impactos estratégicos da atuação norte-americana na região. A entrevista foi divulgada na edição noturna do programa da Bloomberg, com Kailey Leinz e Joe Mathieu.
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