- Em publicação na Truth Social, Donald Trump afirmou que Xi Jinping reconheceu a recuperação da força dos Estados Unidos sob o seu governo, durante a cúpula em Pequim.
- Trump disse que Xi, no passado, chamou os EUA de “nação em declínio” devido aos quatro anos do governo de Joe Biden, e afirmou concordar com a avaliação apenas naquele contexto.
- O ex-presidente atribuiu o declínio anterior a políticas como fronteiras abertas, impostos altos, programas de diversidade, acordos comerciais ruins, criminalidade e pautas de identidade de gênero, afirmando que hoje os EUA vivem outra fase.
- Segundo Trump, houve alta nos mercados financeiros, fortalecimento militar, melhora econômica e aumento de investimentos estrangeiros, citando exemplos como recordes no mercado de ações, planos de aposentadoria e investimentos de 18 trilhões de dólares.
- A cúpula, durante a visita de Trump à China, contou com a presença de executivos como Elon Musk, Jensen Huang e Tim Cook, em meio a divergências sobre tarifas, tecnologia, Taiwan e a guerra no Irã.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira, por meio da Truth Social, que o ditador Xi Jinping reconheceu a recuperação da força americana sob o governo dele. A declaração ocorreu durante a cúpula entre os dois líderes em Pequim, em meio a temas como comércio, tecnologia, Taiwan e a guerra no Irã.
Trump diz que Xi se referiu ao potencial de declínio dos EUA no passado, em referência aos quatro anos do governo de Joe Biden. Segundo o republicano, o comentário dizia respeito aos danos apontados pela China, e ele concorda com a avaliação naquela ocasião.
Segundo a publicação, Trump sustenta que o declínio ficou no passado. O presidente cita avanços como alta dos mercados, fortalecimento militar, melhoria econômica e maior fluxo de investimentos estrangeiros. Alega ainda recordes em ações e planos de aposentadoria.
Na mesma mensagem, Trump disse que Xi o parabenizou pelos sucessos de curto prazo e reconheceu que, há dois anos, os EUA estavam em declínio. Conforme Trump, o país vive hoje uma nova fase, com projeções positivas para a relação com a China.
Visita e declarações
A cúpula ocorre em Pequim, com Xi defendendo que China e EUA sejam parceiros, não adversários. Trump disse ter demonstrado respeito pelo líder chinês e indicou abertura para discutir comércio recíproco com a comitiva empresarial estadunidense.
Agenda e contexto
O encontro aborda tarifas, tecnologia, Taiwan, compras agrícolas e a guerra no Irã. Entre os representantes dos EUA estão empresários como Elon Musk, Jensen Huang e Tim Cook, com o objetivo de ampliar negociações entre os dois países.
Entre na conversa da comunidade