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Caçadores são recrutados na Nigéria para proteger floresta tropical

Caçadores ilegais e madereiros reformados tornam-se guardas-florestais na reserva de Okumu; 28 agentes treinam para enfrentar desmatamento, tráfico e extração ilegal

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  • Na Nigéria, guardas-florestais recrutados entre a comunidade protegem a reserva de floresta tropical no parque nacional de Okumu.
  • Entre os novos guardas estão antigos caçadores ilegais e madereiros, que passaram por treinamentos físicos e de sobrevivência na selva.
  • A força atua para impedir desmatamento, tráfico de animais e extração ilegal de madeira na área.
  • A iniciativa é apoiada por uma organização sem fins lucrativos em parceria com o governo, com plano de proteção do parque por trinta anos.
  • Atualmente, a equipe soma vinte e oito guardas-florestais, segundo os gestores, o que ainda não atende à demanda.

Na Nigéria, uma reserva de floresta tropical no parque nacional de Okumu passa a ser protegida por guardas-florestais recrutados dentro da própria comunidade. A iniciativa envolve antigos caçadores ilegais e madereiros que migraram para funções de proteção ambiental, visando reduzir desmatamento, tráfico de animais e extração ilegal de madeira.

A força de guarda-florestal, formada para atuar na reserva, passa por treinamentos físicos e de sobrevivência na selva. O objetivo é capacitar os membros a monitorar áreas de difícil acesso, identificar atividades ilegais e atuar de maneira coordenada com as autoridades locais.

A operação é apoiada por uma organização sem fins lucrativos que firmou parceria com o governo para proteger o parque nacional de Okumu por 30 anos. Atualmente, o corpo conta com 28 guardas, número considerado insuficiente pelos gestores da iniciativa.

Estrutura de atuação e parcerias

Os guardas atuam em conjunto com equipes técnicas da organização parceira e de órgãos ambientais locais. A meta é ampliar o efetivo, ampliar a fiscalização e fortalecer a comunicação com comunidades vizinhas. As ações incluem patrulhas periódicas, inspeções de áreas críticas e relatórios de irregularidades.

Além da proteção física, o programa prevê educação ambiental para comunidades ribeirinhas e atividades de restauração de áreas degradadas. A coordenação entre organizações não governamentais, autoridades e comunidades visa melhorar a governança da reserva.

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