- Trump afirmou, em encontro com Xi, que EUA e China estão alinhados em relação ao Irã.
- Segundo o republicano, Xi concordou que Teerã deve reabrir o estreito de Ormuz.
- O presidente chinês não comentou as reuniões, mas o Ministério das Relações Exteriores divulgou frustração de Pequim com o conflito.
- O comunicado afirma que a guerra não deveria ter começado e não há razão para continuar.
- Trump disse estar avaliando suspender sanções a empresas petrolíferas chinesas que compram petróleo iraniano.
Durante encontro em Pequim nesta sexta-feira (15), Donald Trump afirmou que EUA e China estão alinhados sobre o Irã. Segundo ele, Xi Jinping concordou que Teerã deve reabrir o estreito de Ormuz.
O presidente chinês não comentou as reuniões. O Ministério das Relações Exteriores de Pequim emitiu uma nota manifestando frustração com o conflito, dizendo que a guerra não deveria ter ocorrido e não há razão para seguir.
Trump também disse considerar suspender sanções a empresas petrolíferas chinesas que compram petróleo iraniano. Porém, não houve sinal de que a China vá usar influência para encerrar o conflito.
Análise de especialistas
Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia internacional, afirma que a China busca uma solução diplomática para um problema que pode afetar seus interesses. Ele aponta que Pequim já enviou equipamentos ao Irã, como bateria, radares e mísseis hipersônicos.
Segundo o analista, a China não pode permitir que o Irã se torne aliado dos EUA. O desafio, diz, é conduzir qualquer acordo sem provocar novo ataque, o que é considerado difícil devido à pressão interna nos EUA.
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