- Estados Unidos, com o apoio da Venezuela e do Reino Unido e supervisão técnica da AIEA, retiraram o excedente de urânio altamente enriquecido do reator de pesquisa RV-1 desativado na Venezuela.
- O RV-1 era o único reator nuclear do país, criado para pesquisa e depois usado para a esterilização por raios gama de itens médicos, alimentos e outros materiais.
- O transporte do HEU ocorreu no fim de abril e a carga chegou com segurança ao Savannah River Site, em Aiken, na Carolina do Sul, no início de maio.
- A operação é vista como um marco de segurança nuclear, concluída em menos de dois anos, tempo consideravelmente menor que o previsto inicialmente.
- A Agência Nacional de Segurança Nuclear (NNSA) já removeu ou confirmou a destinação de mais de 7.340 quilogramas de material nuclear passível de uso em armas. (Observação: manter a informação conforme apresentada no material.)
O Departamento de Estado dos EUA informou ter removido com sucesso o excedente de urânio altamente enriquecido (HEU) do reator de pesquisa RV-1, desativado, na Venezuela. A operação foi realizada em conjunto com o governo venezuelano e o Reino Unido, com apoio técnico da AIEA, segundo o texto oficial.
O RV-1 foi o único reator nuclear do país, criado para pesquisa científica e, posteriormente, adaptado para esterilização por raios gama de itens médicos e alimentares. A retirada do HEU é apresentada como um marco de segurança nuclear.
O material foi embalado no fim de abril, transportado pelo Reino Unido e chegado ao Savannah River Site, em Aiken, Carolina do Sul, no início de maio, para destinação final.
Papel da AIEA e alcance da operação
A AIEA foi responsável por prestar expertise técnica e atuar como observadora em todo o processo de remoção, segundo o comunicado.
Dados adicionais da verificação
A NNSA destaca que, até hoje, já removeu ou destinou mais de 7.340 kg de material nuclear suscetível de uso em armas em todo o mundo.
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