- Israel afirmou ter mirado Izz al-Din al-Haddad, chefe da ala armada do Hamas em Gaza, descrevendo-o como um dos arquitetos dos ataques de 7 de outubro de 2023.
- Médicos em Gaza disseram que três pessoas morreram e 20 ficaram feridas em ataques aéreos que atingiram um apartamento e um veículo; não ficou claro se Haddad estava entre as vítimas.
- Haddad tornou-se chefe militar do Hamas na Faixa de Gaza após a morte de Mohammad Sinwar em maio de 2025; o ataque ocorre em meio a tentativas fracassadas de um acordo para interromper os combates.
- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa, Israel Katz, disseram que Haddad foi responsável por assassinatos, sequestros e danos a civis e soldados; não confirmaram se ele foi morto.
- A ofensiva israelense segue em Gaza após a interrupção da campanha conjunta com os EUA; mais de dois milhões de pessoas vivem na faixa costeira, com cerca de 850 palestinos mortos desde o cessar-fogo de outubro.
Israel afirma ter atingido o líder militar do Hamas em Gaza, Izz al-Din al-Haddad, em um ataque executado nesta sexta-feira para interromper ataques ocorridos em 7 de outubro de 2023. A operação ocorreu no território palestino sob ocupação israelense.
Haddad assumiu o comando da ala armada do Hamas na Faixa de Gaza após a morte de Mohammad Sinwar em maio de 2025. O governo israelense descreveu Haddad como um dos arquitetos dos ataques de 2023.
O Hamas não respondeu de imediato ao pedido de comentário sobre o paradeiro de Haddad. Médicos em Gaza disseram que três pessoas morreram e 20 ficaram feridas em ataques aéreos que miraram um apartamento e um veículo.
De acordo com autoridades médicas locais, um ataque atingiu um apartamento na região de Rimal, na Cidade de Gaza, resultando em pelo menos uma morte. Um segundo ataque atingiu um veículo nas proximidades; não há confirmação de vítimas nesse segundo ataque.
O ataque ocorre em meio a esforços interrompidos para um acordo permanente para Gaza, após um cessar-fogo negociado com apoio dos EUA. As negociações sobre retirada de tropas, desarmamento e reconstrução permanecem sem conclusão.
As forças israelenses continuam com operações na região, mantendo controle de áreas da cidade e fortalecendo a presença militar, segundo relatos de autoridades locais. Mais de 2 milhões de moradores vivem na faixa costeira.
Cerca de 850 palestinos teriam morrido desde o cessar-fogo de outubro, segundo dados oficiais não distinguidores entre civis e combatentes. Quatro soldados israelenses também faleceram no período. O Hamas não disponibiliza números de baixas entre seus membros.
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