- Após mais de um mês de apuração, Keiko Fujimori enfrenta Roberto Sánchez no segundo turno, previsto para ocorrer em sete de junho.
- Sánchez ficou em segundo lugar, disputando voto a voto com o ultradireitista Rafael López Aliaga, que terminou em terceiro por vinte e um mil quinhentos e vinte votos (0,137%).
- Sánchez é acusado de falsas declarações sobre contribuições de campanha entre dois mil de dezoito e dois mil e vinte; Ministério Público pediu cinco anos e quatro meses de prisão e impedimento de exercer cargo no seu partido.
- López Aliaga contestou os resultados, pediu novas eleições em quarenta e oito horas e liderou protestos em frente ao Conselho Nacional de Eleições.
- Observadores da União Europeia não apontaram fraude e destacaram transparência e neutralidade dos órgãos eleitorais; o Peru enfrenta elevada violência, com taxa de homicídio de 10,7 por cem mil habitantes em dois mil e vinte e cinco.
Após mais de um mês de apuração, o Peru definiu o segundo turno entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez. Fujimori, candidata da direita, ficou em primeiro e Sánchez, do campo de esquerda, ficou em segundo. A votação ocorreu com falhas logísticas e atrasos na contagem de votos.
Keiko Fujimori manteve a liderança ao longo da apuração, enquanto Sánchez cresceu voto a voto e acabou superando Rafael López Aliaga, que ficou em terceiro. López alegou fraude e organizou protestos em Lima, pedindo novas eleições em prazo curto.
A apuração enfrentou acusações de irregularidades e atraso na divulgação de resultados. O Ministério Público abriu investigação contra Sánchez por suposta fraude em contribuições de campanha entre 2018 e 2020, que ele nega. Uma decisão judicial sobre o caso deve ocorrer no dia 27.
Observadores da União Europeia destacaram compromisso com transparência e neutralidade dos órgãos eleitorais, em relatório preliminar após o pleito. A definição do segundo turno está prevista para ocorrer em 7 de junho, conforme calendário eleitoral peruano.
O pleito de 2025 registrou altos índices de violência no país, com a taxa de homicídio aumentando nos últimos anos e situando-se entre os principais problemas públicos. O tema da segurança ganhou relevância durante as discussões e protestos que antecederam a eleição.
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