- Terminou na quinta-feira 14, após três dias, a bateria de exercícios entre a Marinha do Brasil e a Marinha dos EUA no Rio de Janeiro, durante a Operação Southern Seas 2026.
- O porta-aviões nuclear USS Nimitz (CVN 68) foi um dos principais destaques da operação.
- O Nimitz é o porta-aviões mais antigo ainda em operação no mundo, em serviço desde 1975, com 333 metros de comprimento e capacidade para entre sessenta e noventa aeronaves.
- A embarcação funciona como base aérea móvel, com alto nível de autonomia operacional e poder de resposta multidimensional, quando integrada às aeronaves embarcadas.
- A viagem pode marcar a última atuação da embarcação; o descomissionamento estava previsto para 2025, mas foi adiado e a projeção atual é mantê-lo ativo até 2027, devido atrasos na entrega do USS John F. Kennedy (CVN-79).
O porta-aviões de propulsão nuclear USS Nimitz (CVN 68) participou de exercícios com a Marinha do Brasil no Rio de Janeiro. A operação, parte da Southern Seas 2026, durou três dias e terminou na quinta-feira, 14 de maio.
O objetivo foi fortalecer a cooperação naval entre os EUA e o Brasil, além de testar integração entre forças em águas brasileiras. O exercício reuniu unidades da Marinha brasileira e da americana em um canal de cooperação regional.
Sobre o navio e a operação
O Nimitz, em serviço desde 1975, é o porta-aviões mais antigo em operação no mundo. Medindo 333 metros, funciona como uma base aérea móvel capaz de 60 a 90 aeronaves, com milhares de militares a bordo.
Segundo a imprensa, a Marinha dos EUA afirma que esse tipo de conjunto oferece alta capacidade de resposta e comando, especialmente quando aliado às aeronaves embarcadas. A missão marcou uma das maiores demonstrações de cooperação naval na região.
O navio está em viagem pela América do Sul, o que pode representar a última atuação da unidade antes da aposentadoria. A desativação era prevista para 2025, mas foi adiada devido a atrasos no substituto, o USS John F. Kennedy (CVN-79). A expectativa é manter o Nimitz ativo até 2027.
Entre na conversa da comunidade