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Rússia pressiona estudantes para formar pilotos de drones

Universitários de engenharia são convidados a deixar os estudos por um ano para pilotar drones militares, com salário superior a 5 milhões de rublos e tuition gratuita ao retornar

An advertisement promoting contract military service in the Russian army’s unmanned systems units in St. Petersburg.
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  • Estudantes da Bauman Moscow State Technical University recebem uma oferta para ficar um ano fora dos estudos e atuar como pilotos de drones para as Forças Militares, com pagamento acima de 5 milhões de rublos e ensino superior gratuito ao retornarem.
  • Panfletos distribuídos na universidade promovem a participação nas forças de sistemas não tripulados, com a promessa de voar drones de longe da linha de frente.
  • Os recrutados manteriam direito a status de veterano de combate mesmo operando a partir de posições avançadas, mas longe do front.
  • A proposta inclui remuneração elevada e benefício educacional ao fim do programa, segundo a divulgação na instituição.
  • A notícia não indica números oficiais adicionais nem confirmação de autoridades sobre a iniciativa.

Um grupo de estudantes de uma das principais universidades de engenharia da Rússia recebeu uma oferta financeira para deixar os estudos por um ano, atuar como pilotos de drones para o Exército e, ao retornar, ter a mensalidade gratuita. A proposta também prevê salários acima de 5 milhões de rublos (aproximadamente 68 mil dólares).

Pamphlets distribuídos pela Bauman Moscow State Technical University indicam que os jovens atuariam com drones posicionados longe da linha de frente, ainda assim recebendo status de veterano de combate. A instituição não confirmou oficialmente a iniciativa.

A medida é apresentada como forma de suprir a demanda por pilotos de veículos não tripulados e de reforçar a capacidade militar. Não há confirmação pública de adesão próxima, nem de divulgação de critérios de seleção ou de contratos formais entre o governo e os estudantes.

Analistas destacam que a proposta envolve mudanças no percurso acadêmico e na carreira dos alunos, com impactos potenciais na formação técnica. A universidade, por sua vez, não forneceu detalhes adicionais sobre o acordo ou sobre prazos.

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