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Trump chama repórter de falso e diz que cobertura da guerra no Irã é traidora

Trump chama repórter do The New York Times de falso e acusa cobertura da guerra no Irã de traidora, durante retorno da visita à China

12 de maio de 2026 - Presidente Donald Trump embarca rumo à China. Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein
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  • O presidente Donald Trump chamou o correspondente David Sanger, do The New York Times, de “falso” e disse que a cobertura da guerra no Irã é “traidora”.
  • O episódio aconteceu na sexta-feira, 15 de maio de 2026, a bordo do avião presidencial Air Force One, de volta de visita à China.
  • Conforme o relato, Trump acusou a imprensa de distorcer fatos sobre o conflito no Oriente Médio e afirmou ter obtido “vitória militar total”.
  • Sanger questionou a utilidade de 38 dias de bombardeios e as mudanças políticas no Irã; Trump respondeu que houve vitória militar, sem detalhar.
  • É o segundo ataque de Trump a um membro da imprensa na semana: na terça-feira, 12 de maio, ele chamou uma jornalista de “pessoa burra”.

Donald Trump voltou a atacar a imprensa durante viagem de volta da China, em 15 de maio de 2026. O presidente dos EUA chamou o correspondente David Sanger, do The New York Times, de falso e qualificou a cobertura sobre a guerra no Irã como traidora. O episódio ocorreu a bordo do avião presidencial Air Force One.

A gravação da conversa, divulgada pela Casa Branca, mostra Trump discutindo com a imprensa sobre o conflito no Oriente Médio e as possíveis ações militares. Em tom confrontador, o presidente disse que a imprensa distorce fatos e chamou o repórter de traidor, além de acusar veículos como NYT e CNN de serem fake news.

Segundo Trump, houve vitórias militares significativas contra o Irã, incluindo danos a capacidades militares e destruição de defesas antiaéreas. O presidente afirmou que líderes iranianos teriam sido eliminados, mantendo a narrativa de sucesso estratégico, apesar de críticas sobre a real eficácia dos bombardeios.

Contexto político e histórico de ataques à imprensa

Em 12 de maio, dois dias antes, Trump já havia dirigido insultos a uma jornalista, chamando-a de burra durante passagem pela Casa Branca. A troca ocorreu enquanto ele comentava obras em andamento na residência oficial.

Analistas ressaltam que o episódio amplia o padrão do chefe de Estado em relação à imprensa, com ataques públicos antes de eventos internacionais. Observadores destacam a importância de checar informações em reports oficiais e independentes.

Repercussão e desdobramentos

A repercussão inclui críticas de assessorias de imprensa e organizações jornalísticas que defendem liberdade de expressão e independência da mídia. Autoridades presidenciais não anunciaram medidas formais contra veículos ou jornalistas envolvidos.

Até o momento, não há confirmação de medidas legais contra Sanger ou outros profissionais da imprensa. O tema coloca em foco a relação entre governo e imprensa durante momentos de tensão internacional.

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