- Donald Trump chegou a Washington na noite de sexta-feira, 15, após uma viagem de Estado de três dias à China.
- O presidente americano teve duas reuniões bilaterais com Xi Jinping, sendo a segunda em Zhongnanhai, sede do governo chinês.
- Os dois líderes discutiram o Irã, manifestaram desejo de fim da guerra e concordaram que Teerã não deveria possuir armas nucleares.
- No comércio, houve progresso, mas nenhum novo acordo foi anunciado; Trump disse que Xi concordou em encomendar 200 jatos da Boeing, e os EUA esperam compras agrícolas significativas nos próximos três anos.
- Xi avisou que negociações comerciais avançavam, mas destacou que a discordância sobre Taiwan pode colocar as relações em risco, com possibilidade de conflito.
O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a Washington na noite de sexta-feira (15), após cumprir uma visita de Estado de três dias à China. A comitiva participou de banquetas, visitas a locais históricos e duas reuniões bilaterais com Xi Jinping, além de um almoço de trabalho.
Na manhã de sexta, Trump e Xi realizaram a segunda reunião bilateral da viagem em Zhongnanhai, sede do governo chinês. Dois líderes posaram para a foto oficial antes de as conversas começarem.
Durante os encontros, o tema Iran foi discutido, com expectativa de conter o uso de armas nucleares em Teerã e encerrar o conflito na região. O governo chinês afirmou que a guerra com o Irã não deveria ter ocorrido.
Progresso nas negociações comerciais
Sobre comércio, houve relatos de avanços, mas nenhum acordo foi anunciado. Trump afirmou que Xi concordou em encomendar 200 jatos da Boeing. O Representante Comercial dos EUA mencionou expectativa de compras agrícolas de dezenas de bilhões de dólares nos próximos três anos.
Perspectivas de política externa
O primeiro encontro bilateral da visita destacou um tom de cooperação entre as maiores economias. Xi ressaltou a necessidade de cooperação para enfrentar desafios globais, mantendo a parceria com os EUA.
Atenção a Taiwan
Apesar do progresso, Xi sinalizou que divergências sobre Taiwan podem tensionar as relações e até levar a caminhos mais críticos. A ilha é governada democraticamente, mas reivindicada por Pequim.
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