- Zelensky afirma que a Rússia estuda usar Belarus para atacar a Ucrânia ou um país da Otan, a partir do território belarusso.
- Ele informa haver contatos adicionais entre Moscou e o presidente belarusso, Alexander Lukashenko, para persuadi-lo a participar de novas operações agressivas.
- O presidente ucraniano destaca que a Rússia planeja ações tanto ao norte quanto ao sul de Belarus.
- Não houve resposta imediata de Moscou ou de Minsk sobre os comentários; planos militares russos permanecem classificados.
- Zelensky determinou que as forças ucranianas preparem resposta e reforcem defesas nas regiões de Chernihiv e Kiev.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia busca envolvimento maior de Belarus na guerra e avalia ataques ao norte da Ucrânia ou a países da Otan a partir do território belarusso. A declaração foi feita após reunião com autoridades militares e de inteligência.
Segundo Zelensky, há contatos adicionais entre a Rússia e o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, para persuadi-lo a participar de novas operações agressivas. O objetivo seria ampliar a área de atuação das forças russas pela região.
A Rússia estaria considerando operações voltadas ao norte e ao sul de Belarus, incluindo a direção Chernihiv-Kiev ou até ataques diretos a um país da Otan a partir de território belarusso, afirmou o presidente ucraniano. Minsk e Moscou não comentaram publicamente.
Zelensky ressaltou que a Ucrânia detém informações de inteligência sobre novos esforços para envolver Belarus no conflito, que já dura mais de quatro anos. O presidente ucraniano disse que, se Lukashenko apoiar a nova iniciativa, a Ucrânia se defenderá.
O chefe de Estado informou que instruiu as forças de defesa a preparar um plano de resposta e a reforçar as defesas nas regiões do norte de Chernihiv e de Kiev, em reação a possíveis movimentações militares vindas de Belarus.
Belarus faz fronteira com a Ucrânia ao sul e com membros da Otan ao norte e oeste. A relação entre Minsk e Moscou permanece entrelaçada, com Belarus recebendo apoio estratégico da Rússia em ações militares e tecnológicas.
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