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China intensifica críticas à UE com segunda repreensão ministerial

China reage pela segunda vez em dois dias à União Europeia (UE), com mais investigações e exigências de dados a bancos, atingindo a Nuctech

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  • O Ministério do Comércio da China reforçou críticas à Regra de Subsídios Estrangeiros da UE, segunda objeção de Pequim em dois dias após a Justiça dizer que investigações transfronteiriças tinham jurisdição extraterritorial imprópria.
  • A china disse que Bruxelas aumentou a frequência e o alcance das investigações direcionadas a empresas chinesas, incluindo casos sobre a fabricante de dispositivos de segurança Nuctech Co.
  • O ministério afirmou que a UE está exigindo que bancos chineses cooperem e solicitando dados extensos não relacionados às investigações.
  • Segundo a china, as ações afetam as operações normais de empresas na Europa e ampliam o peso regulatório sobre companhias chinesas.

O Ministério da Comércio da China (MOFCOM) rebateu o uso do Regulamento de Subsídios Estrangeiros pela União Europeia, marcando a segunda objeção de Pequim em dois dias. A defesa acusa Bruxelas de ampliar investigações contra empresas chinesas e de tornar casos mais amplos, com base em uma declaração divulgada no fim de semana.

Segundo o MOFCOM, a UE intensificou a frequência e o alcance das apurações, incluindo ações contra a fabricante de dispositivos de segurança Nuctech Co. A nota também aponta que bancos chineses foram instados a cooperar e que há pedidos de dados extensos não diretamente ligados às investigações.

A crítica ocorre após a União Europeia ter sido alvo de críticas judiciais na China, com o Ministério da Justiça afirmando que as investigações transfronteiras configuram jurisdição extraterritorial indevida. Pequim sustenta desequilíbrios entre as regras aplicadas e as práticas de fiscalização.

O comunicado chinês enfatiza impactos práticos para as operações de empresas chinesas na Europa, afirmando que as exigências afetam atividades normais e geram encargos adicionais para as companhias envolvidas, sem relação direta com as investigações.

A reação de Pequim surge em meio a tensões comerciais entre China e UE, com ambos os lados mantendo postura firme sobre o tratamento de subsídios e o papel de cada um nas investigações transnacionais.

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