- Cuba informou, em 13 de maio, que ficou completamente sem diesel e óleo combustível necessários para manter as usinas de geração de energia.
- O país vive sob bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos, que desde 2026 reduziu drasticamente o abastecimento de combustível.
- As promessas públicas de pressão americana aumentaram as preocupações sobre a continuidade do regime cubano, com o governo dos EUA sinalizando opções adicionais caso não haja mudança.
- O principal desdobramento é a possibilidade de interrupção no fornecimento de energia em Cuba e impactos na população e na economia.
Cuba ficou sem diesel e óleo combustível necessários para manter as usinas de energia operando, segundo o Ministério da Energia do país. A afirmação foi feita em 13 de maio, após meses de bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos que reduzam drasticamente o fluxo de combustível.
O governo cubano informou que o país esgotou seus estoques disponíveis de diesel e óleo combustível. Sem esses insumos, várias usinas dependentes de combustível importado enfrentam interrupções na geração de energia, com impacto potencial na circulação de serviços públicos.
O anúncio ocorre em meio a tensões entre Havana e Washington, com o discurso americano de pressão para mudança de regime fructificando no debate público. Autoridades dos EUA têm repetidamente ligado a alta pressão à possibilidade de ações mais hard line, caso não haja mudança política.
Contexto internacional
Dados públicos indicam que o fornecimento de petróleo para Cuba vem sendo afetado por políticas de embargo dos EUA desde o início de 2026, agravando a crise energética. Autoridades cubanas não detalharam planos específicos para restabelecer o abastecimento imediato.
A Presidência dos EUA e o Departamento de Estado reiteraram, em diferentes ocasiões, que medidas econômicas visam pressionar mudanças no governo cubano. Não houve confirmação de medidas militares anunciadas para além das já discutidas publicamente.
As autoridades cubanas não divulgaram números atualizados sobre reservas energéticas nem sobre medidas de racionamento previstas. O governo sinalizou que seguirá buscando fontes de abastecimento externo para evitar interrupções prolongadas.
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