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Hacker do caso Banco Master é preso em Dubai e deportado ao Brasil

Hacker ligado ao caso Banco Master é preso em Dubai, deportado e a Polícia Federal cumpre mandado de prisão em São Paulo

Victor Lima Sedlmaier é apontado pelas autoridades como integrante do grupo criminoso "Os Meninos"
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  • Victor Lima Sedlmaier, apontado como integrante do grupo criminoso “Os Meninos”, foi preso em Dubai e deportado para o Brasil.
  • Ele desembarcou no final da tarde no Aeroporto de Guarulhos, onde teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Federal; estava foragido desde quinta-feira, dia 14.
  • A investigação liga o hacker a ataques cibernéticos e invasões para beneficiar Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no âmbito da sexta fase da Operação Compliance Zero.
  • A cooperação internacional via Interpol, acionada após o mandado emitido pelo Supremo Tribunal Federal, foi essencial para a prisão no exterior.
  • A polícia encontrou documento de identidade falso com a foto dele, usado para ocultar a identidade durante a fuga; a defesa nega irregularidades e afirma cumprimento regular de viagens.

Após prisão em Dubai, hacker do caso Banco Master é deportado para o Brasil. Victor Lima Sedlmaier foi detido neste sábado (16) no aeroporto internacional do Emirado e deportado para desembarque no final da tarde em Guarulhos, onde o mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Federal.

Sedlmaier é apontado pelas autoridades como integrante do grupo criminoso Os Meninos, ligado a invasões telemáticas, monitoramento digital ilegal e derrubada de perfis. A investigação aponta atuação em benefício de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A captura ocorreu graças à cooperação rápida da Interpol, após mandado emitido pelo STF. O ministro André Mendonça havia decretado sete prisões preventivas na quinta-feira, mas Sedlmaier deixou o país antes da localização.

Desdobramentos da cooperação e itens investigados

A polícia investiga a relação do suspeito com David Henrique Alves, identificado como líder do núcleo de hackers, que continua foragido. Há evidências de que Sedlmaier agiu para limpar o apartamento do chefe do grupo, logo após a deflagração da 3ª fase da operação.

Foi encontrado ainda um documento de identidade falso com a foto de Victor em nome de terceiro, dentro de um carro abordado pela PRF. O veículo pertencia a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, que cometeu suicídio na prisão.

A defesa informou que Sedlmaier viajou com passaporte regular emitido pelas autoridades brasileiras, sem impedimento legal. Os advogados afirmaram que o hacker já colaborava com as autoridades, prestando depoimentos e entregando aparelhos em março de 2026.

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