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Hamas confirma morte de líder militar na Faixa de Gaza

Hamas confirma a morte de Izz al-Din al-Haddad, líder das Brigadas al-Qassam, em ataque aéreo; esposa e filha dele também morreram, elevando tensões nas negociações de paz

Imagem colorida mostra líder militar do Hamas - Metrópoles
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  • Hamas confirmou a morte de Izz al-Din al-Haddad, líder das Brigadas al-Qassam, braço militar do grupo, na Faixa de Gaza, após ataque aéreo israelense no sábado, 16 de maio.
  • Acompanhavam a vítima a esposa do ex-comandante e a filha; há registro de vítimas civis na ofensiva.
  • Al-Haddad assumiu a chefia após o assassinato de Mohammed Sinwar, em maio do ano passado.
  • O ataque se soma a operações israelenses desde outubro do ano passado, quando houve um acordo de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos; estimativas apontam mais de 800 palestinos mortos desde então.
  • Ambos os lados buscam a segunda fase do acordo de paz, incluindo desmilitarização do Hamas, transferência de poder para uma autoridade interina em Gaza e retirada gradual de tropas de Israel.

O Hamas confirmou a morte de Izz al-Din al-Haddad, líder das Brigadas al-Qassam, braço militar do grupo, na Faixa de Gaza. Alega que ele foi eliminado em ataque aéreo das Forças de Defesa de Israel neste sábado, 16 de maio. A ofensiva também vitimou a esposa do ex-comandante e a filha, além de civis, segundo o Hamas.

Al-Haddad assumiu a chefia das Brigadas al-Qassam após o assassinato de Mohammed Sinwar, em maio do ano passado. O relato oficial destaca que a operação ocorreu durante a ofensiva israelense em Gaza. Não foram divulgados detalhes sobre eventuais capturas ou feridos.

Desde 11 de outubro do ano passado, Israel realiza operações na Faixa de Gaza, em meio a um contexto de conflito contínuo. Estima-se que mais de 800 palestinos tenham morrido desde então, segundo o Hamas e organizações de monitoração.

Contexto do conflito

Ambos os lados tentam avançar a segunda fase de um acordo de paz discutido com a mediação internacional. A proposta prevê a desmilitarização do Hamas, a transferência de governo para uma autoridade interina em Gaza e a retirada gradual de tropas israelenses.

Enquanto isso, as Forças de Defesa de Israel continuam as ações militares na região. Em resposta, o governo israelense mantém a narrativa de defesa de seus cidadãos e da integridade territorial, reiterando objetivos estratégicos no espaço de operações.

Avanços e impasses

No cenário político regional, o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o controle sobre parte do território permanece, o que gera divergências sobre o andamento do acordo de paz. A situação alimentar, humanitária e de infraestrutura em Gaza permanece crítica, com impactos sobre a população civil.

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