- Israel confirmou a morte de Ezedin Al Hadad, chefe do braço armado do Hamas, atingido em ataque aéreo que atingiu o edifício onde ele estava com a família.
- O incidente provocou grande mobilização nas ruas de Gaza para o funeral do dirigente.
- Segundo as Forças Armadas de Israel, Al Hadad participou do planejamento do ataque que, em 7 de outubro de 2023, deixou mais de 1.200 mortos em território israelense.
- No sul do Líbano, as tensões entre Israel e o Hezbollah permanecem altas, após um drone do grupo ter matado um soldado israelense.
- Ambos os lados anunciaram a extensão do cessar-fogo por mais quarenta e cinco dias.
O governo de Israel confirmou a morte de Ezedin Al Hadad, chefe do braço armado do Hamas. Ele foi atingido em um ataque aéreo que atingiu o edifício onde estava com a família. A operação ocorreu em Gaza, elevando o número de ações militares na região. A manifestação do anúncio ocorreu após a confirmação das Forças de Defesa de Israel. Al Hadad teria participado do planejamento do ataque de 7 de outubro de 2023, que deixou mais de 1.200 mortos em território israelense.
A morte gerou mobilização nas ruas de Gaza, com multidões reunidas para o funeral. Autoridades israelenses destacaram o papel de Al Hadad no comando do braço militar do Hamas e na coordenação de ataques. A comunidade internacional acompanha a evolução da situação na região, marcada por operações militares e respostas a ataques.
Gaza e o funeral
Paralisações políticas não foram citadas, mas a cidade de Gaza registrou aglomerações nas vias próximas aos locais de velório. As autoridades locais informaram que o funeral reuniu familiares, apoiadores e residentes, em meio a um clima de tensão.
Fronteira com o Líbano
No sul do Líbano, tensões persistem entre Israel e o Hezbollah. Um drone do Hezbollah matou um soldado israelense em um ataque recente. Apesar disso, Israel e o Hezbollah anunciaram a extensão do cessar-fogo por mais 45 dias, mantendo a trégua vigente.
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