- O maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, retornou aos Estados Unidos, chegando ao porto de Virgínia neste sábado, após missões no Caribe e no Oriente Médio.
- A embarcação esteve em operação por 326 dias, com participação de mais de 4,5 mil militares.
- Segundo a nota, o navio participou da captura de Nicolás Maduro e da guerra com o Irã.
- Em outubro de 2025, o navio foi enviado ao Caribe, no contexto do cerco dos EUA à Venezuela, sob justificativa de combater o tráfico de drogas.
- Em fevereiro, o porta-aviões foi deslocado para o Oriente Médio, em meio a tentativas norte-americanas de acordo nuclear com o Irã, que não chegaram a um consenso.
O porta-aviões USS Gerald R. Ford voltou aos Estados Unidos após meses de atuação no Caribe e no Oriente Médio. O navio chegou ao porto de Virgínia neste sábado, 16 de maio, encerrando uma missão prolongada. A operação ocorreu sob a supervisão das forças dos EUA.
A embarcação participou de operações na América Latina, em meio a ações contra o tráfico de drogas na região. A missão teve início em outubro de 2025, quando o envio do navio ocorreu durante o acirramento de tensões com a Venezuela.
Em fevereiro deste ano, o Gerald R. Ford foi deslocado para o Oriente Médio. As atividades ocorreram em um contexto de negociações entre EUA e Irã para evitar um conflito direto, sem acordo formal entre as partes conforme os registros públicos.
Segundo o Departamento de Defesa, a embarcação ficou em missão por 326 dias. Ao todo, mais de 4,5 mil militares estiveram envolvidos nas operações do navio nesse período.
Desdobramentos operacionais
- O retorno marca o término de uma fase de alta atividade naval na região do Caribe.
- As autoridades norte-americanas não divulgaram detalhes operacionais específicos dos resultados das ações.
O USS Gerald R. Ford é considerado o maior porta-aviões em operação na marinha dos EUA. O complexo naval segue sob instruções das Forças Armadas, com planejamento estratégico para futuras mobilizações.
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