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Maior porta-aviões do mundo retorna aos EUA após missões na Venezuela e Irã

Porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford retorna a Norfolk após onze meses em missão, a mais longa desde a Guerra do Vietnã, com operações na Venezuela e no Irã

O porta-aviões Gerald R. Ford retornou aos EUA. (Foto: Clay M. Whaley/Defesa dos EUA)
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  • O porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford voltou à base naval de Norfolk, Virgínia, neste sábado (16), após 11 meses em missão com milhares de militares a bordo.
  • A tripulação participou de operações nos EUA com a Venezuela, onde houve a captura de Nicolás Maduro em janeiro, e no Irã, durante o conflito no Oriente Médio.
  • O deslocamento começou em 24 de junho de 2025, em “tempo de paz”, e mudou de rota em outubro, para o Caribe, diante da mobilização militar contra Maduro.
  • Segundo a Marinha dos EUA, o grupo de ataque rodou mais de 57,7 mil milhas náuticas, fez 23 reabastecimentos no mar, realizou mais de 5,7 mil horas de voo e contou com mais de 12,2 mil lançamentos de aeronaves.
  • A tripulação recebeu a Citação Presidencial de Unidade, a mais alta condecoração militar para uma unidade, pelos cumprimentos na Venezuela e no Irã, apesar de relatos de incêndio a bordo e falhas no sistema de encanamento durante a missão.

O porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, retornou aos Estados Unidos neste sábado, 16, entrando na base naval de Norfolk, na Virgínia. A embarcação voltou após 11 meses em missão, participando de operações no Caribe e no Oriente Médio. Milhares de militares integram o contingente a bordo.

A pandemia de atividades começou com uma viagem que se iniciou em 24 de junho de 2025, em tempos de paz, passando pelo Mediterrâneo e pelo Mar do Norte. Em outubro, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, ordenou o envio do porta-aviões para o Caribe, em meio à mobilização contra o regime de Nicolás Maduro.

Em janeiro, o Ford participou da operação que resultou na captura de Maduro, que foi levado a Nova York para julgamento. Com o início da guerra contra o Irã em 28 de fevereiro, a unidade passou a atuar no Oriente Médio, integrando o deslocamento militar dos EUA na região.

Desempenho da missão

Segundo a Marinha dos EUA, o grupo de ataque percorreu mais de 57,7 mil milhas náuticas, realizou 23 reabastecimentos no mar e registrou mais de 5,7 mil horas de voo. A Ala Aérea embarcada realizou mais de 12,2 mil lançamentos.

O comandante presente ao lado da tripulação, o secretário Hegseth, recebeu a equipe em Norfolk e enalteceu o desempenho. Em discurso, destacou que as forças demonstraram capacidade e persistência nas últimas operações.

Relatos da CNN e da Associated Press apontam que o porta-aviões enfrentou um incêndio a bordo e falhas no sistema de encanamento durante a missão, gerando dúvidas sobre desgaste da tripulação e da embarcação. Os relatos, no entanto, não impediram a conclusão do retorno.

Reconhecimento e próximos passos

Pela atuação na Venezuela e no Irã, o Gerald R. Ford recebeu a Presidential Unit Citation, a mais alta condecoração para uma unidade militar americana, durante o desembarque em território nacional. A entrega valoriza o trabalho da tripulação ao longo do período de operações.

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