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Putin visitará China em 19 e 20 de maio, dias após Trump

Putin visita a China em 19 e 20 de maio, alinhando Rússia e China na construção de uma ordem multipolar com assinatura de acordos intergovernamentais

Presidente da China, Xi Jinping, e prsidente da Rússia, Vladimir Putin 09/05/2025. Sputnik/Mikhail Metzel/Pool via REUTERS/File Photo
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  • O presidente Vladimir Putin visitará a China nos dias 19 e 20 de maio, a convite de Xi Jinping.
  • A viagem ocorre poucos dias após a cúpula entre Xi e Donald Trump em Pequim.
  • A China vê a Rússia como sócio prioritário na criação de uma ordem mundial multipolar pós-ocidental.
  • O Kremlin informou que Putin e Xi discutirão aprofundar a parceria estratégica e questões internacionais e regionais.
  • Ao fim das reuniões, Rússia e China planejam assinar uma declaração conjunta e vários acordos bilaterais; Putin também tratará de comércio com o primeiro-ministro Li Qiang.

(com Bloomberg e agências internacionais)

Putin vai à China nos dias 19 e 20 de maio para encontros oficiais, conforme confirmação do Kremlin. A visita ocorre em Pequim e é realizada a convite do presidente Xi Jinping, com objetivo de tratar relações bilaterais e cooperação estratégica.

O anúncio chegou poucos dias após a cúpula entre Xi e Donald Trump na capital chinesa. A visita de Putin se encaixa no calendário diplomático entre Rússia e China, reforçando parcerias estratégicas.

Segundo o Kremlin, Putin e Xi devem assinar uma declaração conjunta e diversos acordos intergovernamentais. O foco será aprofundar a cooperação econômica e bilateral, além de discutir temas internacionais.

Putin também manterá encontros com o primeiro-ministro Li Qiang, para tratar de comércio e cooperação econômica entre os dois países.

Contexto estratégico: a China classifica a Rússia como parceiro prioritário na construção de uma ordem mundial multipolar, segundo informações deBloomberg e agências internacionais. Os dois países buscam ampliar integração econômica e cooperação em áreas-chave.

  • As discussões devem abordar questões regionais e internacionais relevantes para Moscou e Pequim, com perspectiva de ampliar a parceria abrangente.
  • A agenda inclui futuras linhas de atuação conjunta no cenário global, conforme fontes de agências internacionais.

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