- Ataques israelenses mataram pelo menos cinco palestinos na Faixa de Gaza neste domingo, segundo autoridades de saúde.
- Um palestino foi morto perto de um posto policial e outro em um acampamento de barracas em Khan Younis, no sul de Gaza; o exército disse ter eliminado um militante considerado ameaça imediata.
- Outro ataque aéreo matou pelo menos três pessoas em uma cozinha comunitária próxima ao Hospital Al-Aqsa, em Deir Al-Balah, área central de Gaza; militares israelenses não comentaram.
- No fim de semana, o Exército afirmou que Izz al-Din al-Haddad, chefe do braço armado do Hamas em Gaza, foi morto em ataque na Cidade de Gaza; o Hamas confirmou a morte.
- Autoridades apontam que, desde a interrupção do bombardeio com os EUA, Israel intensificou ataques a Gaza, enquanto o Hamas segue cercando áreas e as tropas permanecem no controle de mais da metade do território.
O ataque de Israel na Faixa de Gaza matou pelo menos cinco palestinos neste domingo, segundo autoridades de saúde. A ofensiva ocorre em meio a tentativas de cessar-fogo que não avançam, após interrupção de um bombardeio conjunto com os EUA no Irã.
Médicos disseram que uma das mortes ocorreu perto de um posto policial, outra em um acampamento de barracas em Khan Younis, no sul da região. O Exército de Israel afirmou ter eliminado um militante que representava ameaça imediata às forças na área.
Outro ataque aéreo israelense deixou pelo menos três mortos numa cozinha comunitária próxima ao Hospital Al-Aqsa, em Deir al-Balah, na parte central de Gaza. O governo israelense não comentou o incidente até o momento.
Contexto e desdobramentos
Nas semanas que se seguiram à interrupção do bombardeio conjunto com os EUA, Israel intensificou suas ações na região. O Hamas acusa o bloqueio de manter a população sob pressão, enquanto tropas israelenses permanecem no controle de boa parte do território.
No sábado, o Exército afirmou ter ceifado a vida de Izz al-Din al-Haddad, chefe do braço armado do Hamas em Gaza, em um ataque considerado preciso. O Hamas confirmou a morte, sem anunciar retaliação.
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