- A City of London Corporation aprovou, em outubro de 2024, a ciclovia entre Aldgate e Blackfriars, com faixas protegidas em ambos os sentidos na Queen Victoria Street.
- O andamento foi pausado anteriormente devido a preocupações com as paradas de ônibus flutuantes, chamadas de floating bus stops.
- O governo publicou novas diretrizes e a autoridade disse que o plano está alinhado com as melhores práticas, acrescentando medidas adicionais para atender necessidades de usuários, principalmente pessoas com deficiência.
- As paradas flutuantes permitem que ciclistas continuem a passagem enquanto passageiros embarcam e desembarcam, mas foram consideradas perigosas por grupos como RNIB e NFBUK para pessoas cegas ou com baixa visão.
- Após revisão, oficiais entenderam que o design segue o processo recomendado e o projeto recebeu apoio em reunião; defensores dos cegos reagiram com críticas à decisão.
O plano para uma ciclovia entre Aldgate e Blackfriars, em Londres, pode seguir adiante após ter sido pausado devido a preocupações com paradas de ônibus flutuantes. A City of London Corporation aprovou a ciclovia em outubro de 2024, com faixa bidirecional protegida na Queen Victoria Street.
Durante a consulta pública, ativistas questionaram os riscos das paradas flutuantes para pessoas com deficiência visual. A pausa ocorreu após esses questionamentos.
A partir de então, o governo publicou novas diretrizes, e a autoridade local avaliou que o projeto está alinhado com as melhores práticas e padrões exigidos. Foram anunciadas medidas adicionais de mitigação para atender às necessidades de usuários, especialmente pessoas com deficiência.
O conceito de paradas flutuantes envolve a separação entre a faixa de ciclistas e a calçada por meio de uma área de ônibus, permitindo que ciclistas avancem enquanto passageiros embarcam e desembarcam.
O que são paradas de ônibus flutuantes
Grupos ciclistas defendem que as paradas flutuantes ajudam a reduzir perigos no tráfego e a melhorar a segurança de ciclistas.
Entretanto, organizações de defesa dos deficientes visuais, como RNIB e NFBUK, apontam riscos significativos para a mobilidade de cegos.
O Departamento de Transportes parou a implantação dessas paradas em julho, citando preocupações de segurança e necessidade de avaliação adicional.
O governo atualizou orientações sobre as paradas flutuantes ainda neste ano. Oficiais da City revisaram o projeto com base nessas diretrizes e concluíram que o design segue o processo recomendado.
Após a votação a favor do projeto, a prefeitura reforçou o compromisso com acessibilidade e segurança das vias urbanas para todos os pedestres e ciclistas.
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