- Cerca de sessenta mil pessoas ocuparam o centro de londres no sábado, para protestar contra imigração em massa e o governo de keir starmer, liderados pelo ativista tommy robinson.
- As reivindicações incluem política migratória, insegurança pública e defesa da liberdade de expressão, com a percepção de que a classe trabalhadora é ignorada pelo governo atual.
- O empresário elon musk apoiou publicamente a manifestação pela internet, recebendo agradecimentos diretos dos organizadores durante o evento.
- Antes do protesto, o governo proibiu a entrada no país de onze estrangeiros considerados agitadores de direita; a polícia montou operação com quatro mil agentes, drones e reconhecimento facial.
- Em paralelo, houve uma marcha pró-Palestina; para evitar confrontos, as autoridades criaram uma zona de isolamento entre as duas ações; ao longo do dia, quarenta e três pessoas foram presas, e a crise de ministério segue com derrotas eleitorais e especulações sobre substituição do premiê.
Milhares de pessoas ocuparam o centro de Londres neste sábado para protestar contra imigração em massa e o governo de Keir Starmer. O ato, liderado pelo ativista Tommy Robinson, reuniu cerca de 60 mil manifestantes em meio a uma crise interna no Partido Trabalhista.
Os manifestantes caminharam da King’s Way até os arredores do Parlamento, reivindicando mudanças na política migratória, segurança pública e defesa da liberdade de expressão. A mobilização também questionou a atenção dada à classe trabalhadora.
O movimento teve a liderança de Tommy Robinson, que pediu à multidão que transforme a manifestação em força eleitoral para 2029. O empresário Elon Musk, dono da X, apoiou publicamente o ato pela internet, recebendo agradecimentos dos organizadores durante o evento.
Contexto e atuação das autoridades
Antes do protesto, o governo de Starmer proibiu a entrada de 11 estrangeiros considerados agitadores de direita. O premiê descreveu a disputa como uma luta pela alma do Reino Unido e acusou os organizadores de promoverem o ódio. A polícia mobilizou 4 mil agentes, além de drones e reconhecimento facial.
Para evitar confrontos, autoridades criaram uma zona de isolamento entre a marcha de direita e uma manifestação pró-Palestina ocorrendo na mesma data. Ao longo do dia, 43 pessoas foram presas; investigações avaliavam cantos e cartazes que podem caracterizar crimes de ódio contra Israel.
O governo enfrenta instabilidade após derrotas locais para a Reform UK, partido de direita nacionalista. Secretários de governo deixaram os cargos, e nomes como Wes Streeting passaram a figurar entre possíveis substitutos no comando do partido e do país.
Conteúdo produzido pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para aprofundar, leia a reportagem completa.
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