- O CDC informou que um norte-americano testou positivo para Ebola na República Democrática do Congo, com uma cepa rara, e que o risco imediato nos EUA é baixo.
- A identificação não foi revelada pelo CDC; a organização missionária Serge Christian afirmou que o médico missionário Peter Stafford foi exposto ao tratar de pacientes no Hospital Nyankunde.
- A pessoa desenvolveu sintomas no fim de semana e testou positivo no domingo; o CDC trabalha para transferi-lo para a Alemanha para tratamento, junto com seis outras pessoas expostas.
- Profissionais de saúde reforçam a linha de frente diante de um novo surto no leste da RDC, com 105 mortes suspeitas e 393 casos suspeitos, segundo o Grupo de Saúde do Congo.
- O CDC suspendeu entrada de viajantes de RDC, Uganda e Sudão do Sul por 30 dias, com exceções para cidadãos dos EUA, residentes legais e outros; o risco de introdução nos EUA permanece baixo.
O CDC informou nesta segunda-feira que um cidadão norte-americano testou positivo para Ebola na República Democrática do Congo, atingida por um surto de uma cepa rara. O risco imediato para os EUA é considerado baixo.
O nome do infectado não foi divulgado pelo CDC. A organização missionária Serge Christian informou que o médico missionário Peter Stafford foi exposto ao tratar pacientes no Hospital Nyankunde, na RDC. Stafford apresentou sintomas no fim de semana e o teste positivo ocorreu no domingo.
O CDC trabalha com o Departamento de Estado para transferir o paciente para a Alemanha para tratamento. Seis outras pessoas expostas à doença também estão sendo transferidas para a Alemanha, segundo a agência. Stafford era um dos três missionários do grupo.
Profissionais de saúde enfrentam o novo surto no leste da RDC, onde há 105 mortes suspeitas e 393 casos iminentes, conforme o Grupo de Saúde do Congo. O CDC enviará especialistas técnicos de sua sede em Atlanta à área afetada.
Medidas de biossegurança e viagens
O CDC anunciou a suspensão de entrada de alguns viajantes por 30 dias, por 21 dias de exposição potencial. A restrição envolve quem esteve na RDC, Uganda ou Sudão do Sul recentemente, com exceções para cidadãos dos EUA e outros grupos autorizados.
O objetivo é reduzir o risco de introdução da doença. O período de incubação do vírus pode durar até 21 dias, o que permite viagens de infectados assintomáticos. O CDC estuda planos para atletas da Copa do Mundo da RDC e para centros de viagens.
O órgão também coordena com companhias aéreas para monitorar viajantes expostos e continua a desenvolver terapias de anticorpos monoclonais com a Bard. Os EUA mantêm capacidade de testar o vírus por meio de laboratórios de saúde pública.
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