- O governo dos Estados Unidos anunciou novas sanções contra autoridades, militares e membros do serviço de inteligência de Cuba, via Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac).
- Ao todo, nove pessoas foram incluídas na lista de sanções Ofac, entre elas Mayra Arevich Marin (ministra das Comunicações) e Vicente de La o Levy (ministro de Energia e Minas).
- Também aparecem Rosabel Gamón Verde (ministra da Justiça), José Miguel Gomez del Vallin (chefe de contraespionagem militar), Juan Esteban Lazo Hernandez (presidente da Assembleia Nacional), Roberto Tomas Morales Ojeda (membro influente do Partido Comunista), Joaquín Quintas Sola (vice-ministro das Forças Armadas) e Eugenio Rabilero Aguilera (alto oficial militar).
- A Direção de Inteligência de Cuba foi citada nas novas retaliações dos Estados Unidos.
- As sanções chegam após medidas anteriores contra a Gaesa, empresa estatal controlada pelas Forças Armadas, e ocorrem em um contexto de pressão envolvendo petróleo da Venezuela e declarações de Trump sobre ações futuras.
Os Estados Unidos anunciaram novas sanções contra autoridades cubanas, ampliando a pressão sobre a ilha. O anúncio foi feito pelo Office of Foreign Assets Control (Ofac), do Departamento do Tesouro, nesta segunda-feira (18/5). As medidas visam setores e nomes ligados ao governo de Cuba.
A lista sancionada pelo Ofac inclui nove pessoas: Mayra Arevich Marin, ministra das Comunicações; Vicente de La O Levy, ministro de Energia e Minas; Rosabel Gamón Verde, ministra da Justiça; José Miguel Gomez del Vallin, chefe de contraespionagem militar; Juan Esteban Lazo Hernandez, presidente da Assembleia Nacional; Roberto Tomas Morales Ojeda, dirigente do Partido Comunista; Joaquín Quintas Sola, vice-ministro das Forças Armadas; Eugenio Rabilero Aguilera, alto oficial militar.
A Direção de Inteligência de Cuba também foi citada nas novas retaliações. No início do mês, Washington já havia apontado restrições a Gaesa, empresa estatal controlada pelas Forças Armadas.
Contexto e desdobramentos
As sanções se somam à pressão econômica e política norte-americana sobre Cuba, que permanece sob embargo há mais de seis décadas. O governo dos EUA já implementou medidas anteriores contra entidades estatais cubanas e mantém tensões com o regime.
O contexto regional inclui o estreitamento de ações com foco em mudanças políticas na ilha. A narrativa envolve também relações com a Venezuela e decisões sobre fornecimento de petróleo, além de ameaças e retóricas do governo norte-americano sobre possibilidades de intervenção.
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