- Douglas Domingo Fernandes, natural de Petrolina, Pernambuco, morreu durante uma ofensiva em Kiev em 14 de maio; a confirmação ocorreu na sexta-feira, 15 de maio.
- O ataque russo contra Kiev envolveu centenas de drones e dezenas de mísseis, deixando prédios atingidos e incêndios; ao menos 24 pessoas morreram.
- O pernambucano morava no bairro Santa Luzia e atuava na região do conflito quando foi atingido.
- Em dezembro de 2025, outro pernambucano morreu em Kiev: Bruno Gabriel Leal da Silva, 28 anos; há investigações sobre violência dentro de um batalhão formado por brasileiros.
- Brasileiros têm viajado à Ucrânia para atuar ao lado das forças ucranianas, com relatos de promessas de salários altos que nem sempre se confirmam, pagos em grívnias e com variações de valores.
Douglas Domingo Fernandes, jovem natural de Petrolina, Pernambuco, morreu durante um dos ataques mais intensos da guerra entre Rússia e Ucrânia. A confirmação chegou na sexta-feira, 15 de maio, segundo fontes locais.
O pernambucano, que morava no bairro Santa Luzia, estava atuando na região do conflito quando foi atingido na ofensiva ocorrida na quinta-feira, 14 de maio. A passagem das tropas russas provocou destruição na capital ucraniana, Kiev, com prédios danificados e incêndios.
Conteúdos internacionais indicam que o ataque envolveu centenas de drones e dezenas de mísseis, deixando ao menos 24 mortos, segundo autoridades locais. Imagens de veículos de imprensa mostram bairros devastados e moradores tentando abandonar áreas atingidas.
Caso de outros pernambucanos
Em dezembro de 2025, o jovem Bruno Gabriel Leal da Silva, de 28 anos, faleceu em Kiev e as circunstâncias são objeto de investigação. A Kyiv Independent aponta suspeitas de violência dentro de um batalhão com participação de brasileiros.
Relatos de ex-integrantes citam espancamentos após retorno à base, em horário não autorizado. Segundo as fontes, Bruno tentava retornar ao Brasil e já buscava ajuda do consulado, relatando apreensão de passaporte e maus-tratos.
Testemunhas também denunciaram violência física dentro do batalhão, incluindo agressões e choques elétricos. O caso permanece sob apuração das autoridades ucranianas.
Brasileiros na guerra da Ucrânia
Desde o início do conflito, dezenas de brasileiros viajaram à Ucrânia para atuar ao lado das forças ucranianas. Muitos foram atraídos por promessas de remuneração, treinamento e experiência de combate.
Alguns relatos indicam divergências entre o valor esperado e o efetivamente pago. Depoimentos à imprensa sugerem que parte dos voluntários acreditava receber cerca de R$ 50 mil mensais, com pagamentos feitos em hryvnias.
A guerra entre Rússia e Ucrânia teve início em 2022 e continua provocando grandes destruições, mortes e impactos econômicos globais.
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