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Kim Jong-un amplia presença militar na fronteira com a Coreia do Sul

Kim Jong-un apresenta plano para ampliar presença militar na fronteira com a Coreia do Sul, buscando tornar a fronteira uma fortaleza

Imagem colorida mostra Kim Jong-un - Metrópoles
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  • Kim Jong-un apresentou a comandantes do Exército um plano para ampliar a presença militar na fronteira com a Coreia do Sul, buscando transformar a linha de frente em uma fortaleza.
  • A medida visa dissuadir a guerra de forma mais eficaz, fortalecendo as unidades de linha de frente.
  • A Coreia do Norte permanece tecnicamente em guerra com o Sul desde o cessar-fogo de 1953, e tem passado a afastar-se da ideia de reunificação.
  • Em maio, a Constituição foi alterada para eliminar referências à reunificação com o Sul; em 2024, o país fechou agências de cooperação com Seul sobre o tema.
  • Em 11 de maio, Kim ordenou que o país aumentasse a produção de munições e armas leves, como parte da expansão da capacidade militar.

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, anunciou um plano para ampliar a presença militar na fronteira com a Coreia do Sul. A decisão foi apresentada durante uma reunião com o alto escalão do Exército, realizada nesta segunda-feira (18/5). A informação foi veiculada pela mídia estatal norte‑coreana.

Segundo o relato oficial, Kim orientou transformar a fronteira em uma “fortaleza inexpugnável” e fortalecer as unidades de linha de frente para dissuadir a guerra de forma mais eficaz. Detalhes operacionais do plano não foram divulgados.

A medida ocorre em meio a uma sequência de movimentos do líder em relação ao sul. Em maio, o país alterou a Constituição para não prever reunificação com o(a) Sul, conforme reportado pela imprensa. Em 2024, Kim ordenou o fechamento de agências de cooperação com Seul sobre o tema.

Na mesma linha, Kim tem emitido ordens para ampliar a capacidade militar norte‑coreana. Em 11 de maio, ele determinou aumentar a produção de munições e armas leves. As ações refletem uma estratégia de maior envergadura militar sem indicar mudanças diplomáticas significativas.

A fronteira entre as duas Coreias permanece tecnicamente em guerra desde o cessar-fogo de 1953. O novo enfoque de Kim sugere reforços defensivos e de dissuasão frente a uma eventual escalada no confronto na região.

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