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New York Times processa o Pentágono novamente por restrições de imprensa

Nova ação do New York Times contesta política de escolta de repórteres no Pentágono, apontando violação constitucional ao acesso à informação

The New York Times building facade with Gothic lettering above a busy Manhattan street with yellow taxis
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  • The New York Times abriu uma segunda ação contra o Pentágono em Washington, argumentando que a política provisória que exige escolta oficial para jornalistas no complexo é inconstitucional.
  • A medida, anunciada na primavera, restringe o acesso após restrições amplas impostas durante a gestão Trump; o jornal descreve as regras como “totalmente irrazoáveis”.
  • A ação cita o Departamento de Defesa, o secretário, Pete Hegseth, Sean Parnell e Timothy Parlatore como réus, dizendo que repórteres precisam agendar visitas, ser escoltados e retornar a áreas comuns para fazer perguntas.
  • O Pentágono defende que o acesso à imprensa é um privilégio do governo; o Times afirma que sem acesso meaningful jornalistas ficam sem informações únicas obtidas presencialmente.
  • A ação busca que o tribunal determine a suspensão da restrição; é a segunda vez que o NYT processa o Pentágono sobre acesso à imprensa, após ação anterior em dezembro.

A New York Times ingressou com uma segunda ação contra o Pentágono no distrito leste de Washington, alegando que a política recente, que exige escolta oficial para jornalistas dentro de áreas do Pentágono, é inconstitucional. A ação foi protocolada nesta segunda-feira.

A reclamação, apresentada em nome do NYT e do repórter Julian E Barnes, denuncia uma mudança adotada em março que impôs restrições consideradas “totalmente irrazoáveis” para cobrir o Departamento de Defesa. O caso aponta para a necessidade de acesso direto a diversos assessores espalhados pelo edifício.

Segundo a difusão do processo, o Pentágono deixou de permitir entrada sem escolta, o que obriga jornalistas a agendar com antecedência, receber escortas e retornar a áreas pré-estabelecidas para cada pergunta, dificultando a cobertura em tempo real.

Histórico de ações judiciais e respostas

A defesa não comentou de imediato o caso. O Pentágono já havia dito anteriormente que o acesso à imprensa ao departamento é um privilégio concedido pelo governo, e não um direito automático.

A Times argumenta que sem acesso significativo ao Pentágono, repórteres enfrentam dificuldades para obter informações únicas, potencialmente relevantes para reportagens sobre eventos recentes, como a crise política na Venezuela e tensões internacionais envolvendo o Irã.

A ação busca que o tribunal determine a suspensão ou anulação da restrição de acesso, restabelecendo a entrada sem a necessidade de escolta para realizar perguntas em diferentes setores da instituição.

Contexto recente e desdobramentos

Esta é a segundo processo da Times contra o Pentágono sobre regras de acesso à imprensa. Em dezembro do ano anterior, a organização já havia ingressado com ação semelhante após novas exigências, incluindo formulários com regras rígidas sobre a solicitação de informações.

Em março, uma decisão judicial considerou inconstitucionais partes-chave da nova política de imprensa, anulando parte das regras, porém o Pentágono anunciou medidas adicionais, como o fechamento de um espaço de trabalho para jornalistas e a manutenção provisória da exigência de escolta.

Em abril, o juiz ordenou que a política provisória fosse suspendida, mas a corte de apelação permitiu que a exigência de escolta permanecesse durante o andamento do recurso. A Times sustenta que a restrição é retaliatória, irrazoável e arbitrária.

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