- O preço do petróleo Brent passou de US$ 111 o barril na madrugada desta segunda-feira, 18 de maio de 2026, antes de recuar para US$ 107,66 às 9h40, com alta inicial de quase 2%.
- No fim de semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou ameaças ao Irã nas redes sociais, afirmando que o “relógio está correndo” para um acordo de paz e que Teerã deve agir rápido para não restarem nada.
- A ausência de sinalização sobre uma resolução do conflito aumenta as incertezas sobre a reabertura do estreito de Ormuz, passagem crítica que concentra cerca de 20% do petróleo consumido no mundo.
- O Brent acumula alta superior a cinquenta por cento desde o início da guerra envolvendo EUA, Israel e Irã, em fevereiro passado, quando o barril era negociado próximo de US$ 70.
- O Irã anunciou a criação de uma nova autoridade para administrar o estreito de Ormuz e divulgar informações em tempo real sobre operações, enquanto negociações com os EUA sobre paz seguem, com divergências sobre o enriquecimento de urânio.
O preço do petróleo voltou a subir na madrugada desta segunda-feira, com o Brent acima de 111 dólares o barril. Às 9h40, houve queda de força e o Brent operava em torno de 107,66 dólares.
No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, publicou em redes sociais uma nova ameaça ao Irã, dizendo que o relógio está correndo para um acordo de paz e que Teerã deve agir rapidamente para evitar consequências.
A fala de Trump aumentou a incerteza sobre a retomada do tráfego no estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.
ADMINISTRAÇÃO DE ORMUZ
O Irã anunciou a criação de uma nova autoridade para administrar o estreito de Hormuz, com a promessa de divulgar informações em tempo real sobre operações e a situação da região.
O governo iraniano afirmou que continua em negociações com os EUA sobre a proposta de paz, destacando discordâncias, especialmente em relação ao enriquecimento de urânio.
O Irã declarou que o enriquecimento de urânio não depende da autorização de potências estrangeiras, posição que tem alimentado tensões com aliados ocidentais.
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