- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã quer assinar um cessar-fogo, mas envia propostas que a Casa Branca considera inaceitáveis.
- Trump afirmou à revista Fortune que, no passado, acordos são firmados e, depois, enviados documentos que não correspondem ao combinado.
- A proposta recusada pedia encerramento imediato da guerra e retirada de sanções dos EUA sobre a venda de petróleo iraniano.
- A Emissora estatal iraniana destacou que todos os países que impuseram sanções ao Irã enfrentarão consequências, segundo o Exército, brigadier-general Amir Akraminia.
- Segundo relatório de direitos humanos, cerca de 1.900 civis morreram no Irã desde o início do conflito com Israel e os EUA; a Casa Branca confirma 13 mortes de militares americanos.
Donald Trump afirmou em entrevista à revista Fortune que o Irã demonstra interesse em fechar um acordo de cessar-fogo com os EUA, mas considerou inaceitáveis as propostas apresentadas. O comentário foi divulgado nesta segunda-feira (18/05).
Segundo o republicano, há uma prática repetida: acordos firmados são acompanhados de documentos que não condizem com o que foi combinado. Ele não detalhou novas opções, apenas ressaltou a discrepância entre sinais e propostas.
Trump já havia dito recentemente ter recebido uma contraproposta para encerrar a guerra, classificando-a como inaceitável. O governo americano não detalhou o conteúdo exato das negociações.
Aucune parte do Irã reagiu publicamente através de canais oficiais. A Televisão estatal iraniana citou o porta-voz do Exército, brigadeiro-general Amir Akraminia, afirmando que sanções contra o Irã teriam consequências.
Conflito e números recentes: a Agência de Direitos Humanos aponta cerca de 1.900 civis mortos em território iraniano desde o início da guerra envolvendo Israel e os EUA. A Casa Branca confirmou 13 perderam a vida entre militares americanos até agora.
Composição dos impactos: o Irã enfrenta pressões econômicas e regionais, enquanto os EUA avaliam próximas etapas diplomáticas. As informações destacam a complexidade das negociações e o risco de escalada no curto prazo.
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