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Carro de senador colombiano é atingido por tiros de fuzis

Senador Alexander López não estava no veículo alvejado; ataque é atribuído a grupo narcotraficante liderado por Iván Mordisco e Marlon, às vésperas das eleições

1 de 1 senador Alexander López - Foto: Redes sociais/ reprodução
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  • O carro blindado do senador Alexander López foi alvo de tiros de fuzis nesta terça-feira (19/5).
  • O presidente Gustavo Petro afirma que o ataque foi cometido pelo grupo armado do narcotráfico liderado por Iván Mordisco e Marlon.
  • López não estava no veículo atingido; ele já havia trocado de carro por segurança e seguia à frente.
  • O ataque também atingiu o carro do prefeito de Santander de Quilichao; o local fica a um quilômetro do ponto onde o grupo explodiu bombas, matando 21 civis.
  • O país se prepara para as eleições de 31 de maio, com o ministro da Defesa anunciando o deslocamento de 246 mil membros da Força Pública para garantir o pleito.

O carro blindado do senador colombiano Alexander López foi alvejado por tiros de fuzis nesta terça-feira (19/5). O ataque elevou a lista de incidentes envolvendo figuras políticas em um momento pré-eleitoral.

Segundo o presidente Gustavo Petro, o autor dos disparos seria o grupo armado ligado ao narcotráfico liderado por Iván Mordisco e Marlon. Mordisco já foi integrante das FARC e é considerado um dos criminosos mais procurados da Colômbia; Marlon comanda o grupo Jaime Martínez.

O senador não estava no veículo atingido; ele já havia mudado de carro por questões de segurança e seguia a distância. O automóvel do prefeito de Santander de Quilichao também foi alvo de ataques.

O local do ataque fica a cerca de um quilômetro do ponto onde o mesmo grupo bombou no passado, deixando 21 civis mortos, segundo autoridades. A região é descrita como alvo frequente do grupo armado, que atua sem vigilância visível das forças de segurança.

As eleições previstas para 31 de maio foram cercadas por medidas de segurança. O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, anunciou o deslocamento de 246 mil membros da Força Pública para garantir votos seguros em todo o país.

No ano anterior, um ataque a tiros matou o senador Miguel Uribe, pré-candidato à presidência, em Bogotá. Ele faleceu em agosto, após semanas de internação. Três pessoas foram condenadas por integrar uma rede criminosa local ligada ao atentado.

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