- Um homem esfaqueou e matou a ex-companheira na madrugada desta terça-feira (19), em Figueres, Espanha; a vítima é uma mulher trans de 33 anos, de origem hondurenha.
- O agressor, identificado como Andrés RC, de 48 anos, foi detido no local; havia uma ordem de restrição para que não se aproximasse da vítima.
- O ataque foi presenciado por testemunhas que imobilizaram o suspeito até a chegada da polícia; a arma foi jogada debaixo de um carro e posteriormente recovered.
- A vítima foi atingida no peito, nas costas, nos braços e no pescoço; o crime foi considerado extremamente brutal pelos investigadores.
- Andrés tem histórico de violência, com prisões por abuso, ameaças, agressão, danos à propriedade e violação de ordem de proteção; após audiência ele foi liberado e cometeu o homicídio.
Um homem esfaqueou e matou sua ex-companheira na madrugada desta terça-feira, 19, em Figueres, Espanha. A vítima foi atingida no peito, costas, braços e pescoço, segundo o jornal El País, que cita fontes do município. O ataque ocorreu na via pública.
O agressor foi identificado como Andrés RC, 48 anos, que foi detido no local pela polícia. Uma ordem de restrição já havia sido emitida para impedir a aproximação dele à ex-companheira.
O crime foi presenciado por testemunhas, que confrontaram o homem e o imobilizaram até a chegada das autoridades. A faca usada foi recolhida pela polícia, e havia sido jogada debaixo de um carro. Andrés descartou a arma e lavou os braços com água em uma fonte, segundo relatos.
Histórico de violência do agressor
Fontes próximas à investigação relatam um longo histórico de violência por parte do detido. Ele foi preso no domingo (17) por abuso e ameaças, e novamente na segunda-feira (18) por agressão, abuso, danos à propriedade e violação da ordem de proteção.
Após ser apresentado a um juiz, ele foi liberado na segunda-feira. Menos de 24 horas depois, ele assassinou a ex-companheira, conforme apurado pelo El País. A vítima é uma mulher transgênero de 33 anos, de origem hondurenha, segundo o veículo. Fontes citam o ataque como extremamente brutal.
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