Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça dos EUA proíbe auditoria permanente das declarações de imposto de Trump

Departamento de Justiça dos EUA proíbe o IRS de auditar as declarações de imposto de Donald Trump, via adendo a acordo com fundo de $1.776bn para aliados

Signage outside the US Department of Justice headquarters in Washington DC.
0:00
Carregando...
0:00
  • O Departamento de Justiça incluiu um adendo que proíbe a Receita Federal de auditar as declarações de imposto de Donald Trump, de membros da família, da empresa e de empresas relacionadas, valendo para o que foi apresentado antes do acordo.
  • O acordo cria um fundo secreto de $1,776 bilhão para compensar aliados do presidente, com gestão de cinco pessoas que podem ser demitidas pelo presidente e sem obrigação de tornar públicos os beneficiários.
  • O adendo foi divulgado na terça-feira, um dia após o DoJ anunciar a criação do fundo, aumentando a controvérsia em torno do acordo amplamente criticado.
  • Perguntado sobre quem pode pedir indenização, o oficial Todd Blanche disse que não há limitações explícitas, e afirmou que nem Trump nem seus filhos receberiam compensação, ainda que não seja totalmente claro no texto do acordo.
  • O acordo prevê relatórios trimestrais confidenciais ao procurador-geral sobre os pagamentos, mas Blanche disse que haverá transparência e possível divulgação pública das informações ao longo do processo.

O Departamento de Justiça dos EUA acabou de acrescentar, de forma discreta, uma cláusula que impede a IRS de auditar as declarações de imposto de Donald Trump e de seus familiares, empresas e entidades relacionadas. A emenda foi publicada após acordo amplamente criticado que cria um fundo secreto de 1,776 bilhão de dólares para compensar aliados do presidente. A medida, assinada pelo procurador-geral interino Todd Blanche, garante que os documentos apresentados antes da celebração do acordo não serão revisados pela Receita.

O adendo descreve como uma barreira permanente à auditoria, com o texto afirmando que o governo está permanentemente impedido e pré-excluído de examinar as declarações. O acordo original foi divulgado na véspera da divulgação do fundo, que visa suprir supostas perdas de aliados do presidente em ações legais.

O fundo terá gestão de cinco pessoas, todas com prerrogativas para demissão pelo presidente, e não há exigência de divulgação pública sobre quem recebe os pagamentos ou as razões para as liquidações. A configuração gera questionamentos sobre transparência e supervisão.

Durante uma audiência no Senado, Blanche foi questionado sobre quem poderia pleitear recursos do fundo. Ele afirmou que não haveria limitações explícitas nesse sentido, e destacou que nem Trump nem seus filhos receberiam, segundo a leitura do texto, embora não haja clareza absoluta sobre possíveis pedidos por parte deles.

Avaliação de detalhes do acordo mostra que o fundo deverá emitir relatórios trimestrais confidenciais ao procurador-geral sobre os montantes pagos e os beneficiários. Blanche garantiu que haverá transparência parcial, com possibilidade de divulgação por meio de processos de FOIA e informações públicas sobre os casos aprovados, mesmo com a confidencialidade prevista.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais