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Polícia de Surrey investiga abuso infantil após divulgação de arquivos Epstein

Polícia de Surrey investiga duas denúncias de abuso sexual infantil não recente ligadas aos arquivos de Epstein; nenhuma detenção até o momento

Jeffrey Epstein died in a New York prison cell in 2019 as he awaited trial on sex trafficking charges
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  • A Surrey Police está investigando duas denúncias separadas de abuso sexual de menores não recentes após a divulgação de arquivos ligados a Jeffrey Epstein.
  • Um caso pode envolver áreas de Surrey e Berkshire, nos anos de 1990 até 2000; o outro ocorre no oeste de Surrey, entre meados e fim dos anos oito.
  • Não houve prisões confessadas até o momento.
  • A polícia afirmou que todos os relatos de infração sexual serão tratados com seriedade e que buscará evidências que possam corroborar as informações; em fevereiro havia pedido informações sobre tráfico de pessoas e agressão sexual ligados a Epstein, sem confirmação de relatos específicos em Surrey.
  • O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou mais de 3,5 milhões de páginas relacionadas a Epstein; o Conselho Nacional de Chefes de Polícia criou grupo de coordenação para apoiar investigações no Reino Unido.

A Polícia de Surrey disse estar investindo em duas acusações separadas de abuso sexual infantil não recente, depois da divulgação de arquivos dos EUA relacionados ao condenado predador Jeffrey Epstein. As alegações remontam a Surrey e Berkshire, no meio dos anos 1990 a 2000, e a west Surrey, entre o meio e o fim dos anos 1980. Ainda não houve prisões.

A força afirmou que trata todas as denúncias de abuso sexual com seriedade e buscará linhas de apuração para verificar informações ou obter evidências corroborativas. O objetivo é esclarecer fatos e identificar possíveis testemunhos ou documentos úteis.

Em fevereiro, a polícia informou ter recebido informações sobre uma alegação de tráfico humano e agressão sexual que remontaria aos anos 1990, sem evidências de que as denúncias estivessem já reportadas em Surrey.

Epstein morreu em uma prisão de Nova York em 10 de agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual. O caso envolve ainda uma antiga condenação por solicitação de prostituição de menor, tornando-o registro de condenado por crimes sexuais.

O Departamento de Justiça dos EUA divulgou mais de 3,5 milhões de páginas de documentos sobre Epstein. Não há indícios de que aparecer nesses arquivos implique conduta criminosa de quem quer que seja. Diversos, porém, negam envolvimento.

A National Police Chiefs’ Council e a National Crime Agency coordenam ações de várias forças do Reino Unido para apurar denúncias ligadas aos arquivos Epstein. Várias forças revisam casos existentes.

Casos recentes envolvem Thames Valley Police e Metropolitan Police, que prenderam Andrew Mountbatten-Windsor e Lord Peter Mandelson, respectivamente, por alegações de conduta imprópria no cargo após as informações do Epstein. Mandelson afirma não ter agido criminalmente.

Mountbatten-Windsor, ex-príncipe Andrew e ex-envoy de comércio, não comentou sobre a prisão, mas já negou irregularidades anteriores em ligações com Epstein. As investigações seguem sob apuração policial e não há conclusões anunciadas.

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