- Trump tem delegado parte de sua política sobre o Irã a aliados do Oriente Médio, buscando uma saída para o conflito.
- Ele afirmou ter adiado um ataque planejado ao Irã para permitir que as negociações avancem, mas não há indicação de um acordo próximo.
- Netanyahu e líderes do Golfo (Arabia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar) estiveram envolvidos em contatos, com aliados pedindo pausa para que haja tratativas.
- Houve aumento da atividade militar dos EUA na região, incluindo aeronaves de reabastecimento, enquanto as discussões seguem.
- Não há sinais de consenso entre EUA e Irã; analistas e autoridades expressam ceticismo sobre um acordo e não houve confirmação de planos imminentes de ataque.
Trump recuou de ataque planejado a Irã e trabalha com aliados do Oriente Médio para avançar negociações, enquanto Washington busca encerrar o conflito e reabrir rotas de comércio no Golfo.
Segundo o presidente dos EUA, a estratégia permanece orientada a impedir o desenvolvimento nuclear do Irã e a manter aberta a passagem pelo Estreito de Ormuz, mesmo diante de dúvidas sobre um acordo imminente.
Ações começaram no domingo, quando o premiê israelense anunciou contato com Trump sobre o tema. Pouco depois, Trump sinalizou pela rede social que o tempo está curto para Irã, mas manteve a possibilidade de acordo.
A saída de uma ofensiva foi comunicada por Trump nesta semana, em meio a conversas com líderes do Golfo. Alegou que aliados como Arábia Saudita, Emirados Árabes e Qatar pediram pausa para negociações sérias.
No Irã, o presidente Masoud Pezeshkian afirmou que o diálogo não significa rendição e manteve a defesa dos direitos do povo, sinalizando disposição para manter canais de negociação, sem confirmar qualquer concessão nuclear.
As autoridades de inteligência e analistas destacam que não houve indicação clara de um acordo entre EUA e Irã. Líderes do Golfo teriam tentado minimizar riscos de escalada que possam afetar infraestrutura energética na região.
Trump afirmou que o atraso pode durar alguns dias e que, caso as negociações avancem, uma decisão final pode ser tomada ainda esta semana. O presidente reiterou que há tempo limitado para as conversas.
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