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Trump vê possibilidade de acordo diplomático com Cuba

Trump afirma que pode selar acordo diplomático com Cuba, independentemente de mudanças no regime, em meio a crise energética e novas sanções

Montagem mostra o líder de Cuba, Miguel Díaz-Canel, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
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  • Trump disse acreditar que um acordo diplomático com Cuba pode ser alcançado e que pode ajudar a ilha, independentemente de mudança de regime.
  • Os Estados Unidos mantêm embargo a Cuba desde mil novecentos e sessenta e dois; Cuba enfrenta crise energética com apagões de até vinte horas diárias.
  • O líder cubano, Miguel Díaz-Canel, classificou as novas sanções dos EUA como imorais, ilegais e criminosas.
  • Cuba fica a cento e cinquenta quilômetros da Flórida e atravessa, segundo autoridades, a pior crise humanitária em décadas.
  • A Defesa Civil cubana divulgou orientações de proteção em caso de intervenção militar norte-americana.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira 19 que acredita ser possível fechar um acordo diplomático com Cuba e oferecer ajuda à ilha, mesmo sem mudança de regime. Ele falava a repórteres na Casa Branca, indicando que Cuba busca contatos com Washington.

Cuba enfrenta desde janeiro uma crise energética aguda causada por um embargo de longa data. A ilha enfrenta apagões de até 20 horas diárias, hotéis fechados, voos cancelados e suspensão de serviços básicos, elevando o peso da crise humanitária.

O governo cubano, liderado por Miguel Díaz-Canel, reagiu às novas sanções dos EUA anunciadas na segunda-feira 18 contra ministros, membros do aparato militar e serviços de inteligência. Havana considera as medidas imorais, ilegais e criminosas.

A cerca de 150 km da Flórida, Cuba trabalha para mitigar impactos e manter serviços essenciais. Em meio à pressão externa, o governo cubano afirma defender a soberania nacional enquanto avalia próximos passos diplomáticos com Washington.

A Defesa Civil cubana divulgou orientações de proteção para a população em caso de intervenção militar, enquanto o tema permanece sob escrutínio internacional. O governo de Havana pede diálogo e reformas econômicas como caminho para avanços.

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