- Dois agentes da polícia que atuaram no conflito do Capitólio em 2021 processaram o ex-presidente Donald Trump, questionando o fundo de “$1.776bn” considerado pela defesa como anti-weaponization.
- O fundo seria usado para compensar aliados de Trump que ele afirma terem sido vítimas de abusos legais, segundo a ação judicial.
- O caso foi aberto na Justiça Federal de Washington, DC, na terça-feira, por Harry Dunn, aposentado da polícia do Capitólio, e Daniel Hodges, policial da Metropolitan Police Department.
- A ação cita como réus o ex-presidente Trump, o procurador-geral interino e o secretário do Tesouro, entre outros.
- O acordo que precedeu o fundo envolveu Trump e seus filhos desistirem de uma ação de US$ 10 bilhões contra o Serviço de Impostos Internos (IRS).
Dois policiais que enfrentaram manifestantes no Capitólio em 6 de janeiro de 2021 entraram com uma ação contra Donald Trump, contestando a criação de um fundo de 1,776 bilhão de dólares. O objetivo alegado é compensar aliados dele que teriam sido vítimas de suposta persecução legal.
A ação foi protocolada na corte federal do Distrito de Columbia, em Washington, nesta terça-feira. Os autores são Harry Dunn, policial aposentado da Polícia do Capitólio dos EUA, e Daniel Hodges, servidor da Metropolitan Police Department.
A queixa sustenta que o fundo funciona como um “contigente de corrupção presidencial” e que utiliza recursos públicos para financiar insurreição e grupos paramilitares que atuam em nome do presidente. Os réus incluem o próprio Trump e executivos citados pelo processo.
Entre os réus figuram o advogado interino Todd Blanche e o secretário do Tesouro, Scott Bessent. O fundo foi criado como parte de um acordo em que Trump e seus filhos teriam desistido de uma ação de 10 bilhões de dólares contra o IRS. Mais detalhes devem ser apresentados em eventuais desdobramentos legais.
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