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Chanel renova apoio financeiro ao Centre Pompidou durante reforma prolongada

Chanel amplia patrocínio ao Centre Pompidou por cinco anos, sustentando acesso, bolsas e preservação do conhecimento público durante reforma de $500 milhões

Centre Pompidou in Paris.
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  • O Centre Pompidou, em Paris, renovou por mais cinco anos a parceria de apoio financeiro com a Chanel, durante a reforma avaliadas em mais de $500 milhões, com conclusão prevista para 2030.
  • A colaboração entre Pompidou e Chanel começou em 2019; em 2024, a Chanel patrocinou a aquisição de 21 obras de 15 artistas chineses contemporâneos e apoiou a exposição “目 China: A New Generation of Artists.”
  • O investimento ampliado vai apoiar o trabalho do museu em acesso, bolsas de estudo e preservação do conhecimento público.
  • Yana Peel, presidente de artes, cultura e patrimônio da Chanel, ressaltou o Pompidou como instituição definidora na França e plataforma global de troca de ideias, fortalecendo a vitalidade do museu.
  • O Pompidou já havia anunciado a intenção de fechar por cinco anos, a partir da primavera de 2023, com orçamento de reforma de $283 milhões.

O Centre Pompidou, em Paris, anunciou mais uma parceria de cinco anos com a maison de moda Chanel. A iniciativa ocorre durante a ampla renovação do museu, que mantém o prédio fechado até 2030.

A colaboração visa ampliar o acesso, a pesquisa e a preservação do conhecimento público, segundo o comunicado do Pompidou. O objetivo é manter recursos disponíveis para gerações futuras de artistas, estudantes e público.

A Chanel já vinha apoiando o Pompidou desde 2019. Em 2024, a marca financiou a aquisição de 21 obras de 15 artistas chineses contemporâneos e apoiou a exposição associada ao projeto.

A renovação em curso tem investimento superior a 500 milhões de dólares. O projeto moderniza o edifício icônico assinado por Renzo Piano e Richard Rogers, além de realocar o estúdio de Brancusi para o pavilhão central.

O plano também envolve a reorganização da Coleção e a criação de espaços dedicados à biblioteca Kandinsky e ao arquivo do museu no local principal, com a ideia de preservar a memória institucional.

A presidente de artes, cultura e patrimônio da Chanel, Yana Peel, destacou a Pompidou como instituição definidora na França e plataforma global para o intercâmbio de ideias, ressaltando o papel da parceria na vitalidade contínua do museu.

Mesmo com o fechamento para obras, o Pompidou mantém atividades associadas a unidades satélite em cidades como Seul, Foz do Iguaçu e Bruxelas, ampliando a atuação internacional durante a reforma.

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