- Adys Lastres Morera, irmã da general cubana Ania Guillermina Lastres Morera, foi presa na Flórida nesta quinta-feira (21) após ter a residência permanente revogada.
- Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, Morera está sob custódia do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) e vivia na Flórida administrando ativos imobiliários, além de auxiliar o regime cubano.
- Rubio afirmou que o GAESA, conglomerado financeiro controlado pelos militares cubanos, atualmente “rouba milhões em ajuda destinada ao povo cubano” a mando do regime.
- A prisão ocorre em meio à pressão dos EUA sobre Havana; o governo americano sancionou recentemente a irmã de Morera, Ania Lastres Morera, no OFAC.
- Segundo Martí Noticias, autoridades migratórias preparam a deportação para Cuba; Morera mantinha uma empresa de investimentos imobiliários na Flórida e possuía imóveis em Havana.
Adys Lastres Morera, irmã da general cubana Ania Guillermina Lastres Morera, foi presa nesta quinta-feira (21) na Flórida. A residência permanente dela nos EUA foi revogada e ela está sob custódia do ICE, segundo o Departamento de Estado dos EUA. A prisão ocorre em meio à pressão contra Havana.
Morera, associada a ativos imobiliários na Flórida, é irmã da líder do GAESA, conglomerado militar cubano. O GAESA é acusado pelo governo americano de desviar recursos da população cubana e controlar setores estratégicos da economia.
O Departamento de Tesouro dos EUA já havia sancionado Ania Lastres Morera, em apoio a ações contra o regime cubano. O GAESA domina turismo, remessas, bancos e logística, segundo autoridades norte-americanas, com alegações de circulação de até US$ 20 bilhões em fundos ilícitos.
Desdobramentos
Martí Noticias, veículo cubano, informou que autoridades migratórias preparam a deportação de Adys para Cuba. A prisão ocorre após a imprensa ter revelado a residência da irmã das autoridades cubanas nos EUA.
Antes de emigrar, Adys administrava imóveis para aluguel em Cuba e possuía propriedades em Havana listadas em declarações de plataformas de hospedagem. As informações fortalecem o contexto de ações dos EUA contra figuras associadas ao regime.
As autoridades brasileiras não comentam sobre o caso. A Casa Branca não detalha planos adicionais, mantendo o foco em medidas contra o GAESA e seus laços com o alto escalão cubano.
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