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Grupo brasileiro que fabrica tênis para Nike e Adidas se estabelece no Paraguai

Grupo Dass inicia operação no Paraguai com a Dasstex, buscando regime de maquila e custos menores para atender Brasil e mercados da região

Grupo Dass iniciou operação têxtil no Paraguai, país que atrai empresas brasileiras com menos impostos e encargos trabalhistas.
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  • O Grupo Dass iniciou operação no Paraguai com a Dasstex, unidade de confecções, em parceria com o Grupo Texcin, com investimento de US$ 40 milhões e previsão de mais de 600 empregos.
  • A produção será na planta da Texcin, começando com foco no mercado brasileiro e com mira de atender também Paraguai e outros países da América Latina.
  • A decisão ocorre em meio ao regime de maquila, que atrai empresas brasileiras; já são 232 companhias no Paraguai desde 2007, respondendo por 70% das estrangeiras no setor.
  • As maquiladoras brasileiras no Paraguai empregam cerca de 25 mil pessoas; o Brasil recebe 64% das exportações dessas empresas, que somaram US$ 1,3 bilhão em 2025.
  • Diferenças trabalhistas e de custo: no Paraguai a jornada é de 48 horas semanais e não há FGTS, seguro-desemprego, PIS/Pasep nem Sistema S; impostos sobre produção são muito menores, em torno de 12% frente a cerca de 80% no Brasil.

O Grupo Dass, fabricante de itens esportivos para Nike e Adidas, iniciou operações no Paraguai com a Dasstex, unidade de confecção. A entrada no país faz parte da estratégia de crescimento regional da empresa.

A Dass firmou parceria com o Grupo Texcin para a implantação do projeto, com investimento apontado em US$ 40 milhões. A produção terá início na planta da Texcin, onde ficará a Dasstex, gerando mais de 600 empregos no Paraguai.

Segundo o ministro Marco Riquelme, o Paraguai recebe investidores brasileiros ligados a marcas como Fila, Umbro, Nike, Asics e Champion. A produção tem como destino inicial o mercado brasileiro, com foco também no Paraguai e em outros países da região.

Processo produtivo e impactos econômicos

Desde 2007, 232 empresas brasileiras passaram a atuar no Paraguai, representando 70% das estrangeiras no regime de maquila. O conjunto emprega cerca de 25 mil pessoas e responde por parte relevante das exportações do regime.

As maquiladoras brasileiras, com foco exportador, somam US$ 1,3 bilhão em exportações em 2025. Entre os setores, destacam-se alimentos, confecções, tecidos, peças automotivas, alumínio, eletrônicos e farmacêuticos.

Custos de produção e condições trabalhistas

A diferença de custos entre os países é significativa: impostos e encargos no Brasil chegam a aproximadamente 80% sobre a produção, enquanto no Paraguai ficam em torno de 12%. O custo de um funcionário com carteira assinada no Paraguai é cerca de 40% inferior ao brasileiro.

Situção regional e capacidades

O Paraguai atrai empresas com regime de maquila, favorecido por impostos e encargos menores. Além de marcas globais, o país recebe fabricantes que atendem Nike, Adidas, Champion e outras gigantes do esporte.

Fonte de referência para o movimento brasileiro no Paraguai inclui dados sobre maquilação, empregos e exportações, com ênfase na competitividade tributária e nas mudanças trabalhistas entre os dois países.

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