- A Índia quer garantir o retorno de navios retidos no Golfo antes de enviar novas embarcações para carregar combustível.
- Um alto funcionário do governo confirmou que treze navios de bandeira indianа e uma embarcação de propriedade indiana ainda estão presos no lado oeste do Estreito de Ormuz.
- A prioridade é retirar todos os navios do estreito; o envio de novas embarcações depende de a situação ficar favorável.
- O ministério da Navegação coordena ações com o ministério das Relações Exteriores e a decisão sobre novos envios será tomada após o retorno dos navios retidos.
- Treze embarcações com cargas energéticas já conseguiram atravessar o estreito desde o fechamento, causado pelos ataques contra o Irã em vinte e oito de fevereiro, mas a interrupção persiste e afeta o gás de cozinha.
A Índia busca garantir o retorno de seus navios retidos no Golfo antes de enviar novas embarcações para carregar combustível, conforme informou nesta quinta-feira um alto funcionário do governo. A prioridade do governo é retirar todos os navios do Estreito de Ormuz.
Segundo o secretário-adjunto do Ministério de Portos, Navegação e Hidrovias, a decisão sobre novos envios depende da libertação integral das embarcações retidas. A coordenação ocorre entre o Ministério da Navegação e o Ministério das Relações Exteriores.
O chanceler indiano afirmou que 13 navios de bandeira indiana e uma embarcação de propriedade indiana permanecem presas no lado oeste do estreito. Até o momento, 13 navios carregados com cargas energéticas — principalmente GLP — conseguiram atravessar o estreito desde o fechamento causado pelos conflitos no fim de fevereiro.
Antes do conflito, a Índia dependia significativamente do Estreito de Ormuz para importações de petróleo bruto e GLP para uso doméstico. A interrupção das rotas elevou a fragilidade do abastecimento de gás de cozinha em várias regiões do país, agravando a necessidade de fontes seguras de suprimento.
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