- Ataques armados em Ahoro Esinle, distrito de Orire, no estado de Oyo, no dia 15 de maio, resultaram no sequestro de ao menos 46 pessoas, entre crianças e adultos, em três escolas da região.
- No domingo, 17 de maio, o professor de matemática Michael Oyedokun foi assassinado após o sequestro.
- Moradores protestaram em Ogbomoso; líderes religiosos pediram mais segurança e a libertação dos reféns, com igrejas promovendo orações.
- O governador de Oyo, Seyi Makinde, confirmou a morte do docente e informou a prisão de seis suspeitos; uma operação de resgate foi interrompida por explosivos encontrados no trajeto dos criminosos.
- O presidente Bola Tinubu classificou o ato como bárbaro e disse que o governo federal atua com as autoridades estaduais para localizar e libertar os reféns.
O professor de matemática Michael Oyedokun, cristão, foi morto após ser mantido em cativeiro por terroristas que atacaram escolas no estado de Oyo, no sudoeste da Nigéria. O sequestro ocorreu no dia 15 de maio, na comunidade de Ahoro Esinle, durante uma ação que visou a Escola Secundária Comunitária de Ahoro-Esinele, entre outras instituições da região.
Durante o ataque, dezenas de estudantes e profissionais foram capturados. Ao todo, 46 pessoas foram levadas pelos invasores, entre 39 crianças e sete professores. Testemunhas relatam que os criminosos chegaram em motocicletas e fugiram para áreas de mata com as vítimas.
Michael Oyedokun, que lecionava matemática, foi encontrado morto dias após o seqüestro. Relatos locais descrevem o educador como dedicado à comunidade e à fé; moradores o lembram como alguém comprometido com a educação.
Reação pública e desdobramentos
Moradores de Ogbomoso realizaram protestos, bloqueando vias para exigir mais segurança. Autoridades confirmaram a prisão de seis suspeitos na região, incluindo possíveis informantes e envolvidos na obtenção de equipamentos para os ataques. Uma operação de resgate com militares e forças de segurança foi interrompida após a detecção de explosivos no trajeto dos criminosos.
O governador de Oyo, Seyi Makinde, informou que a perseguição aos sequestradores continua, com reforços de inteligência. O presidente Bola Tinubu classificou o episódio como bárbaro e afirmou que o governo federal atua em conjunto com autoridades estaduais para localizar os reféns.
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