- Tajani afirmou que, se a natalidade aumentar, pode reduzir o número de migrantes legais que trabalham nas empresas italianas.
- O chanceler disse que a Itália enfrenta declínio demográfico e precisa decidir se quer ampliar a taxa de natalidade.
- Ele completou que, quanto menor a taxa de natalidade, maior será a necessidade de trabalhadores estrangeiros no país.
- O ministro mencionou questões de integração e riscos da imigração ilegal, também presentes no mercado de trabalho.
- As declarações foram feitas durante um evento sobre economia.
O vice‑premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse nesta quinta-feira (21) que o país poderia reduzir o número de migrantes legais se os italianos tiverem mais filhos. A afirmação foi feita durante um evento sobre economia.
Tajani explicou que a Itália enfrenta um declínio demográfico e que a decisão sobre aumentar a taxa de natalidade é de responsabilidade dos cidadãos. Ele associou o crescimento populacional à necessidade de mão de obra no mercado de trabalho.
Segundo o chanceler, menos filhos significariam maior dependência de trabalhadores estrangeiros para preencher vagas em empresas italianas, o que traz implicações para integração e para a gestão da imigração ilegal.
O ministro ressaltou que o tema já vem sendo discutido recentemente e que o problema demográfico é acompanhado pelas demandas do mercado de trabalho. A declaração foi veiculada pela ANSA, agência de notícias italiana.
Apenas para contextualizar, Tajani participou da análise sobre como equilibrar demografia, economia e políticas migratórias no cenário atual da Itália. A reportagem segue com informações oficiais.
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