- O porta-aviões USS Nimitz chegou ao Caribe em meio à escalada de tensões entre Estados Unidos e Cuba, com o grupo de ataque incluindo o porta-aviões, o grupo aéreo embarcado CVW-17, o USS Gridley e o USNS Patuxent.
- O presidente Donald Trump negou que o deslocamento tenha sido para intimidar Cuba, dizendo que “de forma alguma” seria um recado ao governo cubano.
- Trump classificou Cuba como um “país fracassado” e declarou que os EUA pretendem ajudar a ilha.
- O movimento ocorre no mesmo dia em que o Departamento de Justiça apresentou acusações criminais contra Raúl Castro, relacionadas a 1996, envolvendo a derrubada de aeronaves do grupo Irmãos ao Resgate.
- Autoridades americanas afirmaram que não há indicação de ação militar iminente contra Havana, apesar da maior pressão dos EUA sobre Cuba.
O porta-aviões USS Nimitz chegou ao Caribe em meio ao acirramento das tensões entre EUA e Cuba. A nave faz parte de um agrupamento de ataque que includes o próprio Nimitz, aeronaves da esquadra e ao menos um destróier com mísseis guiados.
Trump disse que o deslocamento militar não teve objetivo de intimidar Cuba. Em conversa com jornalistas na Casa Branca, o presidente afirmou que o país pretende ajudar a ilha, classificando-a como país fracassado. Ele ressaltou necessidade de assistência humanitária.
Em comunicado, o Comando Sul dos EUA descreveu o grupo naval como exemplo de prontidão e alcance táticos, ressaltando a presença e a capacidade de resposta da força. A operação envolve o porta-aviões, o grupo aéreo embarcado CVW-17, o USS Gridley e o USNS Patuxent.
O contexto é marcado por pressões americanas sobre Havana, com sanções e medidas restritivas em vigor. O mesmo dia trouxe acusações do Departamento de Justiça contra Raúl Castro relacionadas a um episódio de 1996 envolvendo o grupo Brothers to the Rescue, aviões cubanos e civis.
As acusações, conforme informações de fontes oficiais, referem-se a uma operação aérea que resultou na morte de quatro pessoas, entre elas três cidadãos americanos. Embora haja relatos de possível ação militar, autoridades afirmam não haver indicação de intervenção iminente contra Cuba.
O governo americano destacou ainda que as ações visam pressionar mudanças políticas na região, sem adiantar possíveis desdobramentos. A tônica permanece a retenção de diálogo e a busca por soluções diplomáticas, conforme o governo dos EUA.
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