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Cubanos protestam na embaixada dos EUA após indiciamento de Raúl Castro

Milhares de cubanos protestam diante da embaixada dos EUA em Havana após indiciamento de Raúl Castro por derrubada de dois aviões civis há trinta anos

Pessoas se reúnem para protestar contra as políticas dos EUA em relação à Cuba, incluindo indiciamento do ex-presidente cubano Raúl Castro, em Havana 22 de maio de 2026 REUTERS/Norlys Perez
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  • Milhares de cubanos se reuniram diante da embaixada dos EUA em Havana para protestar contra o indiciamento de Raúl Castro pela derrubada de dois aviões civis há trinta anos.
  • A manifestação pró-governo começou ao amanhecer na orla de Havana, em um contexto de apoio ao ex-presidente e ao regime cubano.
  • O governo cubano qualificou o indiciamento de Castro, de 94 anos, como baseado em acusações “espúrias” para justificar uma intervenção na ilha.
  • O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e o primeiro-ministro Manuel Marrero estiveram no protesto; Raúl Castro não compareceu.
  • A sombria relação com Washington e o contexto de tensões entre Cuba e Estados Unidos ficaram no centro das discussões na capital cubana.

Milhares de cubanos se reuniram nesta sexta-feira diante da embaixada dos EUA em Havana para protestar contra a decisão de indiciar Raúl Castro pela derrubada de dois aviões civis, ocorrida há cerca de 30 anos. A manifestação ocorreu em Havana, 22 de maio de 2026, e teve como foco a acusação apresentada pelas autoridades americanas.

O protesto pró-governo começou logo ao amanhecer na orla de Havana e ocorreu em um momento em que autoridades cubanas se mobilizaram em apoio ao ex-presidente e à revolução que domina a ilha. Os manifestantes reiteraram críticas às políticas dos EUA em relação a Cuba.

Cuba afirma que o indiciamento de Castro por assassinato é baseado em alegações “espúrias” usadas para justificar uma intervenção na ilha, em meio a um suposto esforço do governo dos EUA para derrubar o regime. O governo classifica a acusação como politicamente motivada.

Reação oficial

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel e o primeiro-ministro Manuel Marrero compareceram ao protesto, enquanto Raúl Castro, atualmente com 94 anos, não foi visto no ato público.

A manifestação mostrou apoio ao legado de Raúl Castro e ao governo cubano, em meio a críticas à política externa norte-americana. Não houve informações sobre incidentes ou detenções durante o protesto.

A cobertura da repercussão internacional do caso segue sob apuração de autoridades cubanas e de agências internacionais, com atualização de novos desdobramentos não previstas no momento.

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