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Grupo de países pressiona Israel a conter violência de colonos na Cisjordânia

Sete países ocidentais pressionam Israel a interromper a expansão de assentamentos na Cisjordânia, conter violência de colonos e alertar empresas sobre licitações no E1

Homens palestinos sentam-se em meio aos escombros de um prédio demolido pelo exército israelense , na cidade de Shuqba, perto de Ramallah, na Cisjordânia ocupada por Israel , em 9 de fevereiro de 2026
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  • Sete países ocidentais — Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Canadá, Austrália e Nova Zelândia — emitem comunicado pedindo que Israel interrompa a expansão de assentamentos e contenha a violência de colonos na Cisjordânia.
  • A declaração aponta que a situação na Cisjordânia se deteriorou e que a violência dos colonos atingiu níveis sem precedentes, citando impactos na busca por uma solução de dois Estados.
  • O texto também pede que a coalizão de Netanyahu responsabilize colonos envolvidos em violência e investigue denúncias de abusos por forças israelenses.
  • Os países defendem a preservação dos acordos históricos sobre locais sagrados em Jerusalém e solicitam a suspensão de restrições financeiras à economia palestina, além de rejeitar o projeto de assentamento E1 como violação do direito internacional.
  • Ainda foi orientado que empresas evitem licitações relacionadas ao E1 ou a outros assentamentos, devido riscos legais e reputacionais.

Setenta palavras seguras para iniciar o texto.

Um grupo de sete países ocidentais emitiu um comunicado conjunto pedindo que Israel interrompa a expansão de assentamentos na Cisjordânia e contenha a violência de colonos na região. O pedido foi divulgado nesta sexta-feira e envolve Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

O texto afirma que a situação na Cisjordânia se deteriorou nos últimos meses, com a violência de colonos em níveis sem precedentes. Segundo o comunicado, as políticas israelenses, incluindo maior controle sobre a área, colocam em risco a estabilidade e a perspectiva de solução de dois Estados.

A declaração não teve resposta imediata do governo israelense e contextualiza críticas internacionais ao governo de Benjamin Netanyahu, aliado de políticas de expansão de assentamentos que alguns diplomatas veem como obstáculo à criação de um Estado palestino.

Pedidos e medidas

Os países afirmam que a coalizão de Netanyahu deve responsabilizar autores de violência contra moradores palestinos e investigar abusos atribuídos às forças israelenses, bem como preservar acordos históricos sobre locais sagrados em Jerusalém.

O comunicado também demanda a suspensão de restrições financeiras à economia palestina e a interrupção do projeto de assentamento E1, visto como divisório para as fronteiras de um possível Estado palestino e descrito como violação do direito internacional.

Além disso, os signatários alertam empresas a não participarem de licitações ligadas a projetos de assentamentos, ressaltando riscos legais e reputacionais relacionados a possíveis violações do direito internacional.

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